Trilha JONAS 01112017

ESTADUAL

 

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O deputado estadual Aluísio Martins ocupou o pequeno expediente da sessão desta terça-feira(03) para repercutir o projeto do governo de expandir as unidades do Corpo de Bombeiros no interior do Estado.

Ao justificar a necessidade da ampliação dos Bombeiros, Aluísio lembrou a onda de incêndios que vem ocorrendo na zona rural de Campo Maior, onde está sendo construida a primeira unidade. As outras unidades serão em Oeiras e Floriano.

Para Aluísio Martins, esta atitude mostra a preocupação do governador em combater e diminuir os efeitos dos incêndios que ocorrem nesta época do ano, em razão das queimadas para o plantio. Ele citou também a realização do concurso para completar o quadro de bombeiros.

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Os alunos de escolas públicas estão começando cada vez mais cedo a ter acesso ao conhecimento e técnicas de pesquisas científicas, a questionar, a levantar suposições e por meio do conhecimento fazer comprovação. Na semana passada, aconteceu a III Mostra de Ciências no Auditório do Patronato Nossa Senhora de Lourdes mostrando experiências envolvendo três escolas da rede estadual de Campo Maior.

As escolas são: A Unidade Escolar 13 de Março, O Centro de Educação de Tempo Integral Professor Raimundinho Andrade,  o Centro de Educação de Tempo Integral Cândido Borges e o Centro de Educação de Tempo Integral de Boa Hora, Pedro Coelho de Resende. O trabalho foi acompanhado pela gerente de 5ª Gerência Regional de Educação, a professora Lucimeire Barros e  professores orientadores, além de alunos da rede estaual que assistiram a mostra feitas pelos alunos pesquisadores e outras pessoas convidadas. 

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Segundo a professora Lucimeire Barros o evento foi de grande relevância não somente para as escolas da rede estadual, mais para a sociedade como um todo. "O sentido deste evento, a etapa regional do Circuito de Ciências, é exatamente mostrar o trabalho dos alunos que foram desenvolvidos sob a orientação dos professores na área da iniciação a  pesquisa ciêntífica", falou a professora.

Ainda com a professora Lucimeire, ela destacou a Mostra, como um trabalho de grande relevância porque a escola trabalha a construção do conhecimento e a inovação deste conhecimento por meio da pesquisa. "Os Centros de Tempo Integral têm mais tempo para fazer estes trabalhos sob a orientação dos professores, que hoje estão desenvolvendo junto aos alunos este gosto pela pesquisa científica", explicou a gerente da 5ª GRE.

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Este ano o tema principal a ser abordado nas pesquisas é a Matemática, mostrando que ela está presente em tudo, dái o tema da Mostra Científica: "A Matemática está Presente em Tudo".  A professora de Biologia Beatriz Coutinho, disse, que incentivar as pesquisas nas escolas públicas  de Campo Maior é uma evolução.

"O CEPTI Candido Borges Campo Maior como pioneiro, desde 2009 vem trabalhando este protagonismo juvenil dos alunos. O que percebemos é que eles estão evoluindo cada vez mais. Quando um projeto deste participa de uma feira, que o aluno observa, ele chega em casa, na casa escola, com uma nova perspectiva e visão", falou a professora Beatriz.

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A partir daí, novos projetos são criados e se tornam protagonistas dando suas próprias idéias. "Nós só orientamos", ressaltou a professora Coutinho. A professora Jeânia, Técnica de Ensino e Aprendizagem da 5ª GRE avaliando o trabalho dos alunos, disse que o tema, a matemática, é porque nem todos têm um bom relacionamento com a disciplina.

"Pra facilitar os  estudos, o ensino e a aprendizagem destes alunos é trabalhado este sistema. A matemática não está só na disciplina de matemática,  está em tudo, é trabalhada nos esportes, nas estratégias de jogos, na arte, nos números da história, na física, na química. Se orientarmos os alunos a trabalhar a parte científica, a curiosidade, vamos despertar nele a vontade de saber mais sobre as outras disciplinas", destacou a professora Jeânia durante a Mostra.

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Texto e Fotos: Valdamir Alvarenga

Nesta quinta-feira 21/09, o Ministério da Saúde divulgou seu primeiro Boletim Epidemiológico sobre o suicídio no Brasil. Um dado é alarmante: a taxa de suicídio no Piauí é 57% maior que a nacional. Somente em 2015, foram 8,8 casos de suicídio para cada 100 mil habitantes no Estado e no mesmo ano, no Brasil, essa taxa foi de 5,6 para cada 100 mil habitantes. Em números absolutos, o Piauí contabilizou, no intervalo de cinco anos (2011 a 2015), 1.253 casos. Em 2011 e 2012, o número se manteve o mesmo: 239. Em 2013 houve redução para 233, mas em 2014, aumentaram para 258, chegando a 284 em 2015. Nos cinco anos de dados colhidos pelo Ministério da Saúde, o Brasil inteiro registrou 55.649 casos de suicídio.

Os homens foram quem mais concretizaram o ato, correspondendo a 70% do total de óbitos registrados. Solteiros, viúvos e divorciados foram os que mais morreram por suicídio (60,4%). A maior incidência de casos é na população indígena, na qual a taxa de mortalidade (15,2) é quase três vezes maior que o registrado entre brancos (5,9) e negros (4,7). Entre os jovens de 15 a 29 anos, o suicídio é maior entre os homens, com uma taxa de nove mortes para cada 100 mil habitantes; e entre as mulheres, o índice é quase quatro vezes menor (2,4 por mil habitantes). Com relação à população indígena, é a faixa etária de 10 a 19 anos é que mais concentra casos: 44,8%.

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Para o psicólogo Carlos Aragão, especialista em prevenção ao suicídio, os números são preocupantes sim, mas ainda subnotificados. Ele explica que o assunto ainda é tratado com uma espécie de tabu, o que leva as famílias e pessoas próximas a silenciarem, quando, na verdade, deveriam levantar a discussão para ajudar a evitar que outros casos aconteçam. Carlos explica que o suicídio não acontece do nada, mas que se trata de uma consequência decorrente de uma série de fatores de natureza emocional, psicológica e até mesmo física. De acordo com ele, não há estudos que apontem uma causa específica que leve alguém a atentar contra a própria vida.

“Desesperança, falta de perspectiva, solidão, falta daquele senso de pertencimento a um grupo, pressões sociais, a necessidade de se encaixar em um modelo pronto, a ansiedade, se sentir obrigado a atender expectativas. Se eu fosse falar todos os fatores de risco, a lista não teria fim. As pessoas precisam parar e olhar o outro, o que está se fazendo com o outro e como isso o afeta. É uma contradição enorme a que vivemos hoje: estamos tão conectados e não sabemos sequer como o outro se sente, não nos olhamos nos olhos, falta empatia. As relações sociais estão cada vez mais fragmentadas”, diz.

Em Campo Maior durante todo esse mês de setembro diversas ações estão acontecendo, no sentido de buscar informar toda a população a tentar diminuir as taxas de suicidio no municipio. 

Com Informações ODIA/MinistériodaSaúde

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A presidente do SINTE Regional de Campo Maior, a professora Jacinta Bandeira se reuniu com representantes sindicais, (SINTE Estadual) para discutirem pautas que serão apresentadas em defesa da educação no estado do Piauí no Fórum Nacional de Educação, que acontecerá em 2018. Segundo a professora Jacinata, o Fórum ou FNE congrega 34 representantes dos setores empresarial, governamental e da sociedade civil, que participarão do processo de concepção, implementação e avaliação de políticas públicas e educação como o Plano Nacional de Educação: PNE.

O Fórum Nacional de Educação (FNE) é uma entidade que se formou após a Conferência Nacional de Educação (CONAE) de 2010. No documento final desse encontro foi estabelecido que o Ministério da Educação (MEC), o Conselho Nacional de Educação (CNE) e o FNE eram entidades essenciais para a consolidação de uma gestão democrática da educação básica e superior brasileira em um Sistema Nacional de Educação.

O documento ressalta a necessidade de “espaços articulados de decisão e deliberação coletivas para a educação nacional”,  que seriam representados por fóruns e conselhos, em âmbito nacional e regional, e CONAE. Também apresenta o Plano Nacional de Educação (PNE) como espaço de definição de políticas públicas e as instituições educativas como espaços de “construção coletiva de planos de desenvolvimento institucionais e de projetos político-pedagógicos.”(CONAE, 2010).

Edição: Valdamir Alvarenga

Fonte: FNE