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GERAL

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O potó é um inseto pequeno que mais parece uma formiga, mas na maioria das vezes o estrago que ele deixa na pele de uma pessoa não é proporcional ao seu tamanho. Durante os períodos mais quentes, eles aparecem e são responsáveis por muitas queimaduras na pele humana. Em Campo Maior aumentou o número de pessoas vítimas do potó.

A bióloga Mariana Chandaliê explica que esses bichinhos com o nome científico paederus irritans são da família dos besouros e costumam aparecer no final do período chuvoso, quando está começando o calor. Ela também desfaz o mito de que os potós urinam nas pessoas causando queimaduras.

“Na realidade os potós soltam uma secreção tóxica que provoca a queimadura quando se choca com a pele, eles não urinam nas pessoas. A toxina que eles liberam é uma forma de defesa já que eles acreditam que serão atacados. E dependendo do tipo de pele, a queimadura pode ser mais agressiva”, revela.

Mariana ressalta ainda que o potó gosta de calor e que ele escolhe locais mais quentes do corpo humano para pousar. “É comum vermos as pessoas atingidas no pescoço, dobra do cotovelo e atrás dos joelhos”, diz.

O potó também é atraído pela luz branca, pois é neste ambiente que ocorre a reprodução. Foi o que aconteceu com o professor Maycon Soares. Durante uma festa na residência de uma amiga, ele observou um número significativo de bichos ao redor da lâmpada e em seguida ele sentiu a pele arder.

“Foi como se estivesse sido picado pelo besouro. O potó pousou no meu pescoço e eu matei com a mão. No dia seguinte, o local estava vermelho e doendo bastante. Foi então que me dei conta de que eu tinha sido vítima do potó”, relatou o professor.

Prevenção
Uma das medidas preventivas é trocar a luz branca pela luz amarela, já que eles são atraídos por esse tipo de iluminação para sua reprodução. Também pode acionar uma empresa especializada em desinsetização para pulverizar as áreas aonde esses insetos costumam aparecer.

“Outra dica é matar o inseto com a palma da mão e a sola do pé, locais onde a secreção do potó não causam queimaduras nos humanos”, revelou a bióloga Mariana.

A especialista ressalta também a importância de procurar um dermatologista por conta das queimaduras. “Muitas pessoa usam medicamentos caseiros, mas o ideal fazer uso de remédios recomendados por profissionais de saúde, porque em uma pessoa a queimadura é maior do que em outras e o médico saberá indicar o melhor medicamento”, recomenda.

 

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Teve início no dia 31 de maio uma das maiores festas religiosas do Estado do Piauí, os Festejos de Santo Antonio de Campo Maior. A festa se estende até o dia 13 de junho, e neste ano de 2019 tem como tema “Eucaristia, pão do céu na terra e pão partilhado para nós”.

A noite dedicada aos Agentes Comunitários de Saúde, Secretaria Municipal de Saúde, Médicos e Enfermeiros foi bastante prestigiada e contou com a presença do secretário municipal de saúde, Marcelo Miranda.

O Tema foi: DÍZIMO: BENÇÃO DO CÉU!

As Paróquias convidadas: Nossa Senhora das Mercês, São José e Santuário de São Raimundo Nonato (Altos). O Vereador da noite: Sr. Jose Francisco Sávio Miranda Pereira e teve como Príncipe: Pedro Henrique Bona Amorim e Princesa: Maria Eduarda Carvalho Miranda.

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Na manhã desta terça-feira (28/05), a Polícia Civil do Piauí participa da Operação Cronos II, para cumprimento de mandados de prisão contra autores de homicídio e feminicídio. Até o momento 11 pessoas foram presas em Teresina, Parnaíba, Oeiras, Água Branca, Uruçuí e Baixa Grande do Ribeiro.

Cerca de 60 policiais civis da capital e do interior do Piauí estão em campo para dar cumprimento aos mandados, expedidos pela Justiça, após trabalho de investigação sobre os casos. No estado, policiais também irão verificar o descumprimento de medidas protetivas.

De acordo com o delegado Matheus Zanatta, os presos são acusados de diferentes crimes. “Nós estamos dando cumprimentos a vários mandados, um dos presos é acusado de estuprar uma menor de 12 anos. O outro além de ser dado cumprimento também tem vários homicídios na sua ficha criminal. Nosso foco é homicídio e femicídios, mas também estamos dando cumprimento a outros como estupro e violência doméstica”, disse.

Com o apoio do Ministério da Justiça e Segurança Pública, por meio da Secretaria de Operações Integradas (Seopi), a operação é coordenada pelo Conselho Nacional de Chefes de Polícia Civil (CONCPC).

O monitoramento da operação é realizado direto do Centro Integrado de Comando e Controle Nacional (CICCN) do Ministério da Justiça e Segurança Pública, em Brasília-DF.

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A Agência Nacional de Energia Elétrica (ANEEL) aprovou nessa terça-feira (14), a revisão do Plano de Universalização Rural da Cepisa, o conhecido Programa Luz para Todos. A nova meta, fixada em reunião pública, é de 25.160 ligações até 2022.

De acordo com o plano, em 2019 devem ser feitas 4.753 ligações. Já em 2020 estão previstas 6.543 ligações, universalizando o abastecimento em 65 cidades. Em 2021, segundo a Aneel, devem ser feitas 6.761 ligações, universalizando mais 56 municípios. Em 2022, ano de encerramento, serão concluídas 7.103 ligações em 77 cidades, universalizando a distribuição de energia elétrica na zona Rural dos 224 municípios do Estado.

Segundo a agência, a revisão do plano recebeu 71 contribuições visando o aprimoramento da proposta entre os meses de agosto e outubro de 2018, período que esteve em audiência pública.

Na semana passada, o presidente da Equatorial Energia, que hoje administra a Cepisa, Nonato Castro, anunciou ao participar do Congresso das Cidades que a companhia vai investir R$ 88 milhões no Luz Para Todos. Atualmente o programa está parado.

Na primeira etapa, a meta era fazer 149.600 ligações no Estado, o que foi cumprido. Na 2ª etapa, assinada em 2014, foram previstos 11.254 novos domicílios rurais com energia, mas até abril de 2017 só 4.558 ligações haviam sido efetivadas. Com a nova revisão, o número saltou para 25.160 ligações até 2022

O Programa Luz para Todos foi instituído pelo Decreto nº 4.873, de 11 de novembro de 2003, com o objetivo de propiciar, até o ano de 2008, o atendimento em energia elétrica à parcela da população do meio rural brasileiro que ainda não tivesse acesso a esse serviço público.

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