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GERAL

A Companhia Hidro Elétrica do São Francisco (Chesf) informa que a Bacia Hidrográfica do Rio Parnaíba encontra-se no seu período chuvoso, tendo o Reservatório de Boa Esperança alcançado 92 % do seu volume útil, no dia 11/04/2018.

Em função das chuvas ocorridas e visando manter reserva de capacidade de armazenamento no reservatório (volume de espera) para controle de cheias, a vazão defluente da Usina de Boa Esperança foi elevada para 1.400 metros cúbicos por segundo (m³/s), a partir das 12:00h de hoje.

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A Chesf ressalta que as condições hidrológicas no Rio Parnaíba têm sido compatíveis com o período úmido de anos anteriores, observando-se um diferencial no Rio Poty, que está com vazão elevada e independe do Reservatório de Boa Esperança. Ressalta que a situação hidrológica está sendo permanentemente avaliada, podendo haver alterações nos valores de vazão defluente da Usina de Boa Esperança, em função da evolução das chuvas e vazões no Rio Parnaíba.

Com informações do site corporativo da Chesf/cidadeluz

O novo ministro do Desenvolvimento Social, Alberto Beltrame, disse que o reajuste do programa Bolsa Família ainda não foi definido, mas que pode ser anunciado em maio ou ainda este mês.

“As propostas estão colocadas, há uma discussão ainda dentro do governo para definição dos percentuais, da forma de fazer esse reajuste e acredito que ainda em abril ou maio teremos essa definição e o anúncio do reajuste do Bolsa”, declarou.

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Beltrame tomou posse ontem (10) como chefe da pasta, no lugar de Osmar Terra. O antigo ministro chegou a dizer que o reajuste seria anunciado em março, o que acabou não ocorrendo. Beltrame acrescentou que o governo pensa em um reajuste maior que o Índice de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA). Em junho de 2016, o governo – com Temer ainda como interino na presidência – reajustou o programa em 12,5%.

Cominformações AG/CV

Policiais da Força Tática do 8º Batalhão de Altos realizaram a prisão de dois jovens acusados de realizar um assalto na cidade de Alto Longá. Com a dupla, a polícia encontrou uma arma .40 de uso exclusivo da Polícia Militar e um veículo que pertence ao cabo Erivan, da PM do Piauí. As vítimas relatam que os bandidos agiram com muita violência.

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“Chegou uma mulher primeiro perguntando se eu estava em casa e minha avó disse que eu estava dormindo, ela se passou por minha namorada e fez a cabeça da minha avó até ela me chamar, fui na porta e já fui abrindo, minha avó disse que não era para eu abrir, aí eu falei que ia abrir porque não estava devendo para ninguém. Na hora que eu abri a mulher correu para dentro do carro e os caras já foram entrando, entrou primeiro só um cara e depois chamou mais dois. Entraram armados, colocando arma na cabeça de todo mundo e disseram que queriam tudo, moto, dinheiro, celulares, queriam levar até minha irmã, mas minha avó não deixou”, disse.  

Dupla foi presa acusada de assaltos (Crédito: Reprodução)

A avó da vítima também relatou o caso. “Bateram na porta, eu perguntei quem era, ela disse que era a Gabriela, perguntando pelo meu neto dizendo que era a namorada dele, que queria falar com ele, eu só olhei pela janela, chamei ele e ele já foi abrindo a porta , aí a menina voltou para o carro e eles entraram dentro de casa roubando tudo”, afirmou.

Em depoimento, os criminosos revelaram que foram contratados pelo cabo Erivan para resgatar uma arma que ele teria dado ao namorado. O advogado do cabo, Dr. Marcos Vinícius, disse que seu cliente é inocente, mas assumiu a relação homoafetiva.

“Ele disse que as pessoas pediram emprestado o carro dele, assumiu que são amigos dele, dentro do carro dele tinha a pistola e essas pessoas realizaram o assalto, invadiram a casa de um desafeto, bateram nele, mas que ele mesmo não sabia de nada. Essa informação não é verdade, ele reconhece que tem um relacionamento com o rapaz, mas não sabia que ele ia fazer o assalto”, declarou o advogado.

O cabo foi levado para o presídio militar.

Com informações MN

 

A licença-maternidade de 180 dias, já praticada por empresas públicas e algumas privadas, está mais perto de ser uma realidade para todas as mulheres. Foi aprovado, nesta quarta-feira (4), na Comissão de Assuntos Sociais (CAS) do Senado, o Projeto de Lei do Senado (PLS) 72/2017, que amplia o prazo da licença-maternidade de 120 para 180 dias.

O texto, de autoria da senadora Rose de Freitas (MDB-ES), também permite ao pai acompanhar a mãe do bebê em consultas e exames durante a gravidez. Como foi aprovado em caráter terminativo, caso não haja recurso para que a proposta seja analisada pelo plenário do Senado, o texto seguirá direto para a Câmara dos Deputados.

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"É uma medida que estimula a paternidade responsável, inserindo o genitor, desde os primeiros momentos, na rotina de cuidados com o seu filho que irá nascer", disse o relator da proposta, Paulo Paim (PT-RS).

Sobre a extensão da licença maternidade, o relator indicou dados da Sociedade Brasileira de Pediatria, mostrando que bebês que ficam seis meses ao lado da mãe têm reduzidas as chances de contrair pneumonia, desenvolver anemia ou sofrer com crises de diarreia. Segundo o relator, o Brasil gasta somas altíssimas por ano para atender crianças com doenças que poderiam ser evitadas, caso a amamentação regular tivesse ocorrido durante os primeiros meses de vida.

Novidades

Outra proposta mais abrangente sobre o assunto está em análise na comissão, mas apesar de lida e discutida, ainda não pode ser votada por falta de quórum. Também da senadora Rose Freitas, o PLS 151/2017 modifica a Consolidação das Leis do Trabalho (CLT) para ampliar a licença-maternidade para 180 dias, permitindo o compartilhamento de 60 dias, mesmo nos casos de licença-adoção. Na proposta, além de ampliar o tempo da licença, a senadora sugere o aumento no prazo da licença-maternidade, com a possibilidade de compartilhamento, como estímulo à paternidade responsável.

A proposta ainda prevê a concessão de licença-maternidade em dobro, no caso de filho com deficiência ou com necessidade especial, com previsão de compartilhamento por até a metade do prazo, com o cônjuge ou companheiro, de forma alternada.

O senador Jorge Viana (PT-AC), relator da proposta, apresentou um substitutivo ao projeto, favorável ao compartilhamento dos cuidados da criança nos primeiros meses de vida. Para o senador,  cabe aos pais, em conjunto, decidir quem está mais apto, nos primeiros meses de vida do bebê, a ficar afastado de seu posto de trabalho, a fim de ministrar os cuidados necessários ao bem-estar da criança, e quem, no mesmo período, está em melhores condições de permanecer trabalhando.

Fonte: Agência Brasil

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