Trilha JONAS 01112017

GERAL

A Procuradoria Geral da Fazenda ordenou a penhora dos bens de Ratinho, esta semana. O órgão do Ministério da Fazenda tomou a medida para quitar uma dívida tributária de R$ 74 milhões referente a Imposto de Renda.

Segundo a colunista Keila Jimenez, uma fazenda do apresentador, avaliada em R$ 225 milhões, está entre os itens apreendidos pela Justiça para garantir o pagamento do débito.

Além da propriedade, a Agência Nacional de Aviação Civil também foi notificada a informar acerca das aeronaves que o veterano possui em seu nome.

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Os advogados do famoso, porém, contestam a cobrança do órgão e alegam que Ratinho pagou devidamente todos os impostos como pessoa jurídica e que a Fazenda Nacional quer cobrar o mesmo valor - quatro vezes maior - como pessoa física.

Com Informações MSN

A reforma política aprovada definitivamente nesta terça-feira pelo Senado e que está pronta para ser promulgada não é a mudança dos sonhos, mas é a mais significativa já promovida pelo Congresso Nacional desde a década de 90. Há exatos 20 anos, o então presidente Fernando Henrique Cardoso conseguiu aprovar a Proposta de Emenda à Constituição (PEC) que diminuía o tempo de mandato dos cargos do Executivo e instituía a reeleição.

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De lá para cá, todas as tentativas parlamentares de se fazer uma reforma política sólida fracassaram, e apenas remendos (como a proibição do uso de carroças tocando jingles no dia da eleição) foram aprovados. Ontem, a votação em segundo turno da PEC que acaba com as coligações nas eleições para deputados e vereadores e cria uma cláusula de barreira tirou a reforma política da apatia e a transformou em realidade, após 11 meses de discussão nas comissões e nos plenários, muita polêmica e idas e vindas em acordos fechados e quebrados.

 

O texto nasceu no Senado no ano passado e previa limites mais rigorosos de votos mínimos para que os partidos atingissem a fim de manterem o direito a uma fatia do fundo partidário e acesso a tempo gratuito de televisão. Quando chegou à Câmara, onde 26 partidos são representados, a pressão dos pequenos partidos forçou limites mais brandos, começando com 1,5% dos votos válidos nacionalmente a partir de 2018 e chegando a 3% dos votos válidos a partir de 2030. Com isso, o número de partidos cairá paulatinamente para 18 no ano que vem, podendo chegar a apenas 11 na última etapa da cláusula prevista na nova lei.

O fim das coligações para eleições de deputados e vereadores começa a valer nas eleições de 2020 e também traz a promessa de mudar substancialmente a atual forma de se fazer política nos estados. Na prática, representa a extinção do chamado “efeito Tiririca”, que hoje permite que um candidato com votação acachapante ajude a eleger consigo outros candidatos do grupo de partidos que se uniram nas eleições. Em 2014, o deputado Tiririca recebeu mais de um milhão de votos e puxou com ele mais cinco candidatos que se tornaram deputados graças aos votos amealhados pelo palhaço.

Não é a reforma ideal, porque se vendeu a tese de que algo muito mais amplo seria feito, como a mudança no sistema eleitoral e a ampliação da participação do eleitor no resultado final da votação. Mas os interesses conflitantes dos 26 partidos impediram um consenso capaz de levar a cabo tais mudanças.

CRIAÇÃO DO FUNDO EM PAUTA

Hoje, os deputados votarão sobre algo que o Senado já decidiu: a criação de um fundo público para financiar as eleições. O “fundão” é alvo de críticas pesadas da opinião pública, mas é uma questão de sobrevivência para os futuros candidatos, já que desde 2015 o Supremo Tribunal Federal (STF) proibiu a doação empresarial para as campanhas. Atualmente, a única fonte de recursos para os candidatos é o fundo partidário, que soma cerca de R$ 800 milhões a serem distribuídos entre todas as legendas para todas as campanhas aos mais variados cargos. Para se ter uma ideia do problema dos políticos, nas eleições de 2014 os gastos oficiais de campanha ultrapassaram R$ 5 bilhões.

Com Informações G1

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O Departamento Estadual de Trânsito do Piauí (Detran-PI) prevê a implantação do sistema de Carteira Nacional de Habilitação Eletrônica, a CNH Digital, a partir de fevereiro de 2018, conforme cronograma nacional estabelecido em resolução aprovada pelo Conselho Nacional de Trânsito (Contran).

De acordo com o diretor de Habilitação do órgão, Sandro Alves, o sistema se encontra em fase de teste e a transição será rápida. “O documento virtual será implantado aos poucos, sendo emitido obrigatoriamente a partir de fevereiro próximo”, declara Alves.

A partir da digitalização, a nova versão da habilitação terá o mesmo valor jurídico da CNH impressa e os condutores poderão apresentar o documento tanto impresso quanto em formato digital, no smartphone.

“Com a carteira eletrônica, o condutor terá a possibilidade de circular em qualquer lugar do país", disse Sandro. Ele explica que a medida ajuda em casos de perda ou extravio do documento impresso. O diretor destaca que qualquer usuário que já tenha a carteira impressa terá a opção do documento em versão digital.

A CNH é um documento de porte obrigatório e conduzir veículo sem o documento pode implicar em três pontos na carteira, multa de R$ 88,38 e apreensão do veículo.

Atualmente, 4 a 5 mil habilitações são emitidas por semana em todo o Piauí.

Para quem vai fazer o Exame Nacional do Ensino Médio (Enem), a preparação para a redação é fundamental. Isso porque essa prova vale 1000 pontos, enquanto nas outras áreas de conhecimento, o valor varia por conta da Teoria de Resposta ao Ítem (TRI), método que dá pesos diferentes para as questões de acordo com o número de erros e acertos. A exemplo dos últimos anos, a redação do Exame Nacional do Ensino Médio (Enem) deste ano deve continuar tratando de temas sociais. “A gente especula que a prova continue tratando de algum tema de grande abrangência e polêmica social, como tem sido nos últimos anos”, avalia o professor de sociologia e filosofia de uma escola particular do Rio de Janeiro Leandro Vieira, que também dá aula de atualidades para alunos que se preparam para a prova.

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Entre as apostas do professor estão a questão ambiental e a mobilidade urbana, com foco no transporte público nas grandes cidades. “Esse tem sido um grande tema, desde os grandes eventos como a Copa e as Olimpíadas, e costuma ser cobrado na redação do Enem”, diz. Ele também lembra do assunto liberdade de expressão. “Nos últimos anos tem havido um grande debate sobre o que pode ou não ser dito, os limites para a liberdade de expressão”, diz.

 

Saiba quais são os aspectos avaliados na prova de redação

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Estratégia de estudos

Faltando pouco mais de um mês para a prova de redação do Enem, a sugestão dos professores é analisar as provas passadas e trabalhar a compreensão dos temas que já foram propostos. A professora Carolina Darolt sugere que os alunos façam exercícios para entender o tema como um todo, não só escrever o texto.

“Às vésperas da prova, montar uma boa estrutura em relação a temas passados seria mais produtivo do que só produzir redações excessivamente. Refletir sobre os temas agora talvez seja tão importante quanto produzir textos”, diz.

Segundo ela, um bom exercício é pegar as cinco últimas provas e ler o tema e a coletânea de textos que acompanham a proposta. Depois da leitura, é importante montar uma estrutura de argumentação, ou seja, analisar qual seria a tese apresentada diante do tema e quais seriam os argumentos.

Neste ano, a prova do Enem será realizada em dois domingos. Em 5 de novembro, serão aplicadas as provas de linguagens, códigos, redação e ciências humanas. No dia 12 de novembro será a vez das provas de ciências da natureza e matemática. O exame será aplicado em 1.724 municípios, para 6.731.203 inscritos.

Temas da redação do Enem nos últimos cinco anos

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Com Informações AB.com

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