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GERAL

A Polícia Civil do município de Balsas, no Maranhão, realizou a prisão de um homem identificado como Antônio Sebastião Pereira da Silva, de 53 anos, acusado de estuprar uma menina de apenas 7 anos de idade. A prisão do acusado, que é vigilante, ocorreu após denúncias.

De acordo com informações do delegado regional de Balsas, Fagno Vieira, o suspeito chegou a confessar detalhes do crime, mas negou durante depoimento formal na delegacia. Mesmo assim, segundo o delegado, o vigilante será indiciado por estupro de vulnerável.

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Além disso, um vídeo que foi gravado por uma testemunha mostra o momento exato em que a criança sofre violência sexual.

“A prática de qualquer ato libidinoso já é suficiente para caracterizar o estupro e a vulnerabilidade no caso presente fica evidenciada em razão da pouca idade da vítima que é uma criança de sete anos e a legislação considera a vulnerabilidade quando a vítima tem menos de 14 anos que é o caso em espécie", informou o delegado.

Com informações G1/MN

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A bandeira tarifária de energia deverá continuar vermelha em agosto. A informação é do diretor geral do Operador Nacional do Sistema Elétrico (ONS), Luís Eduardo Barata, com a justificativa de que o país enfrenta adversidades climáticas em razão da falta de chuva, predominante em julho.

A bandeira tarifária vermelha (patamar 2) tem o custo adicional na conta de luz de R$ 5 a cada 100 kWh (quilowatts-hora) consumidos. A repetição da bandeira do mês de junho deve-se à manutenção das condições hidrológicas desfavoráveis e à tendência de redução no nível de armazenamento dos principais reservatórios do Sistema Interligado Nacional (SIN).

“A bandeira vermelha deve continuar em agosto e a tendência é de que ela deva permanecer até o final do período seco. A situação hidrológica encontra-se em situação adversa de norte a sul do país e a chuva não cai”, explicou.

Eduardo Barata, no entanto, afastou o risco de desabastecimento de energia elétrica. “A energia estará mais cara, embora não haja risco de desabastecimento. Mas com certeza a um custo [da energia] bem maior. Isto significa que é importante que se reduza o consumo, o que também consequentemente acarretará na redução do custo para o consumidor final. Reduz o consumo, reduz o custo”, disse.

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Faleceu aos 61 anos de idade, o Mestre Maçom Paulo Rêgo Medeiros, da Loja “Arte Real do 3º Milênio nº 32 (Grande Loja) e Membro Efetivo da Academia Piauiense de Mestres Maçons, ocupante da Cadeira nº 72”, que tem como Patrono Vitalício José Alves de Oliveira (Mestre Dezinho).

(Dr. Paulo Rêgo Medeiros)

Piauiense, nascido em Miguel Alves, onde cursou os estudos iniciais. Concluiu o 2º grau em Recife e ali foi diplomado médico pela Universidade Federal de Pernambuco. Em seguida, fez Residência em cirurgia torácica.

O Dr. Paulo Rêgo aprimorou estudos no Hospital da Beneficência Portuguesa, em São Paulo, em Cirurgia Cardiovascular.

Tinha especialização realizada no Royal Brompton Hospital em Londres (Inglaterra), também no segmento de cirurgia cardíaca.

Na área científica publicou vários trabalhos em revistas especializas, do Brasil e do Exterior.

Como Cirurgião Cardiovascular Integrava o corpo clínico do Hospital São Marcos e do Itacor, em Teresina.

Era assíduo participante de congressos e simpósios, no Brasil e no exterior, relacionados com a sua área de atuação.

Na Academia foi agraciado com o “Prêmio Eficiência” em Ciências da Saúde.

 

O Ministério Público do Amazonas (MPE-AM) está investigando a morte de um bebê de 10 meses, que morreu no domingo (8), no Hospital Público de Santo Antônio do Içá, município a 881 km de Manaus. Um médico sem registro no Conselho Regional de Medicina prescreveu para a criança uma dosagem 10 vezes maior de um medicamento para tratar alergia.

O bebê Henzo Matheus Pinto Elias chegou ao hospital de Santo Antônio do Içá com quadro de febre e vômito. O menino morreu na tarde de domingo, após passar seis dias internado na unidade. O MPE-AM investiga crimes de negligência, exercício ilegal da medicina e até crime de homicídio.

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Henzo foi atendido pelo médico na unidade. Na receita assinada por ele, é recomendado o uso de dipirona e 25 miligramas de prometazina - medicamento usado para combater reações alérgicas.

Depois que a medicação foi aplicada, o quadro clínico do bebê piorou. O pai do bebê, Rômulo Souza, conta que foi chamado pelo médico, que corrigiu a receita para 2,5 miligramas do medicamento.

"Meu filho já estava muito doente depois de dois dias, com essa superdosagem, essa overdose no seu corpo. Ele [médico] me chamou em particular, pediu a receita. Eu mostrei uma cópia e ele pegou uma caneta e acrescentou um ponto [entre o 2 e o 5]. Disse, 'eu errei aqui'. Eu fiquei me perguntando, será se ele quis anular a prova?", disse.

O menino foi transferido para o Hospital do Exército no dia 4 de julho, mas não resistiu. Na certidão de óbito da criança consta que a causa da morte foi edema cerebral e hemorragia intracraniana.

O pai do bebê prestou depoimento no Ministério Público. Um dos fatos mais graves da investigação é que o médico não tem registro no Conselho Regional de Medicina. Segundo o promotor de Justiça Carlos Firmino, tanto o médico como quem fez a contratação podem ser penalizados.

"Vai ser averiguado pelo promotor se o gestor agiu sabendo desse caso. Ele poderá ser responsabilizado também, porque é dever do gestor, do prefeito, ver se o médico que ele contrata tem as condições para atuar, que é o CRM. Jamais podem cometer esse erro. Além do mais, o Município pode sofrer uma ação de indenização por dano moral", afirmou.

Foto: Reprodução/ Arquivo Pessoal

Contratação ilegal

Em março deste ano, o Tribunal de Contas do Estado do Amazonas (TCE-AM) questionou a prefeitura de Santo Antônio do Içá por contratar cinco médicos sem CRM, incluindo o que atendeu Henzo, para trabalhar na cidade.

O médico tem diploma de medicina da Bolívia, mas não possui validação para atuar no Amazonas. Segundo o TCE-AM, ele não tem inscrição no Conselho Regional de Medicina ou vinculação ao “Programa Mais Médicos”, do Governo Federal.

Na ocasião, o prefeito Abrão Lasmar Magalhães informou ao TCE-AM que havia exonerado todos os médicos que não tinham registro. Agora, o Ministério Público quer saber por que a exoneração nunca aconteceu.

"Em tese pode ter acontecido o exercício irregular da medicina ou até o crime de homicídio culposo ou com dolo eventual, porque uma pessoa que não é médica, não tem CRM, e ministra erradamente fármacos e drogas, pode ocorrer o crime de homicídio com penas de até 30 anos de reclusão", explicou o promotor.

O que diz a prefeitura

O prefeito Abraão Magalhães Lasmar informou que o médico não faz parte do quadro de funcionários desde fevereiro, em razão de não ter apresentado o registro do Conselho. Segundo o prefeito, o médico estava atuando no hospital como voluntário por 10 dias, por conta da alta demanda. A reportagem não conseguiu localizar o médico.

Fonte: G1

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