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Após filho receber vacina contra HPV em vez de vacina da gripe, mãe vai a justiça por erro

A atendente comercial Martha Barbosa informou que vai processar o município de Teresina após o erro ocorrido no dia 23, em que seu filho de quatro anos recebeu uma dose da vacina contra o HPV. A mãe conta que o menino ia se vacinar contra a gripe. A Fundação Municipal de Saúde (FMS) informou que está acompanhando a criança.

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“Nós vamos tomar as providências legais, porque poderiam ter matado meu filho. Fui no hospital, ele ficou internado três dias e disseram que era uma virose, mas ele fez exames pra isso e não apontou virose”, declarou a mãe. A Fundação Municipal de Saúde (FMS) informou que está acompanhando a criança.

Segundo ela, o filho apresentou febre alta que pode ter sido causada em decorrência de uma reação à vacina. A equipe do posto de saúde onde ocorreu a aplicação, na Zona Sul de Teresina, teria dito a ela que, apesar de não ser comum a aplicação da dose contra o HPV em crianças com menos de 9 anos, a vacinação traria apenas benefícios ao menino.

Mãe disse que vai tomar as providências legais devido ao erro (Foto: Reprodução/TV Clube)

Em nota, a FMS inFormou que acompanha o caso e que não há relatos de reações graves em pacientes que tenham recebido a vacina contra o HPV. A campanha contra a gripe iniciou no dia 23 de abril em todo o país. Na capital piauiense, há sete casos confirmados de H1N1 e a procura tem sido intensa nos postos de saúde.

Desde 2017, o Ministério da Saúde adotou a vacina quadrivalente, que protege contra o HPV de baixo risco e de alto risco. A população-alvo prioritária da vacina HPV é a de meninas na faixa etária de 9 a 14 anos e meninos de 11 a 14 anos. O Ministério afirma que a vacina é segura e os eventos adversos pós-vacinação, quando presentes, são leves e autolimitados. Eventos adversos graves são considerados muito raros.

Confira a nota na íntegra:

A Fundação Municipal de Saúde informa que o caso acontecido com a criança que recebeu a vacina de HPV no lugar de gripe por falha humana já está sendo apurado para que sejam tomadas as devidas providências. A Diretoria de Vigilância em Saúde está monitorando a criança e informa que ela não sofrerá nenhum prejuízo, pois não há nenhum registro na literatura médica de reações adversas à vacina em casos como este.

Com informaões G1

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