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A 9ª Promotoria de Justiça pediu a prisão preventiva do policial militar envolvido em uma briga com o cantor Saulo Dugado em uma padaria localizada na Zona Leste de Teresina, na última quinta-feira (17). O PM é um dos suspeitos de envolvimento no sumiço de parte do dinheiro roubado durante um assalto ao banco do Nordeste em dezembro de 2018 em Teresina.

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O pedido veio por que o policial, que responde a processo criminal, estaria em liberdade sob a condição de não portar arma de fogo (exceto em serviço) e não se envolver na prática de novos delitos. O pedido foi feito pelo promotor Assuero Stevenson da 9ª Promotoria de Justiça.

A defesa do policial militar Wanderley Rodrigues da Silva argumentou que o policial agiu de forma a manter a ordem. "Ele tem o dever de agir em uma situação em que ele presencia um crime. A lei obriga a ele, e ele teve de usar a força moderada. Ele foi extremamente profissional", disse o Walter Menezes, advogado do policial.

De acordo com o advogado, o policial fez dois disparos em direção ao chão. Um dos disparos acertou uma das coxas do cantor Saulo Dugado. "Intuito dele foi cessar aquela agressão", disse Walter. De acordo com a defesa, o policial registrou um boletim de ocorrência e passou por exames de corpo de delito na manhã desta sexta-feira (18).

O cantor Saulo Dugado permanece internado em um hospital particular de Teresina. Ele foi atingido por um disparo em uma das coxas, e a bala se alojou no joelho. O cantor disse que a confusão começou após um "bate-boca" entre ele e o gerente do estabelecimento.

"Eu admito que estava num momento ruim, sou um ser humano e tenho oscilações de humor e destratei algumas pessoas. Mas ele devia me chamar e dizer: ou você se retira do local ou lhe dou voz de prisão", argumentou Saulo.

Com informações G1

A esposa, identificada apenas como Francília, e a filha do tesoureiro do Banco do Brasil do município de Pedro II foram encontradas sem ferimentos na manhã desta sexta-feira (18), após terem terem sido sequestradas no município. As duas haviam sido levadas de carro por seis homens depois de um roubo que eles realizaram à agência do BB da cidade.

A polícia militar informou que os bandidos conseguiram levar do Banco em torno de R$ 300 mil e que o crime ocorrido hoje com a família do tesoureiro, o qual não identificou, foi na modalidade conhecida como ‘sapatinho’. Neste tipo de delito, os criminosos, através de coação, sequestram parentes de uma determinada pessoa - no caso, o funcionário do Banco-, e ameaçam matar as vítimas como forma de pressionar o parente a liberar dinheiro para os bandidos.

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De acordo com o coronel Sousa, comandante do Comando Meio Norte, seis homens em uma caminhonete abordaram a família hoje pela manhã quando eles estavam saindo de casa, e acabaram sequestrando Francília, um filho de dois anos, uma filha e o tesoureiro.

“Eles renderam todos, levaram de carro e ficaram com eles na Hilux. Aí um dos bandidos foi no banco com o tesoureiro e fez com que ele sacasse o dinheiro. Depois que eles terminaram a ação, os bandidos soltaram o funcionário do banco e o filho de dois anos. Como garantia para que não entregassem os bandidos, eles levaram a mãe e a outra filha, e só liberaram elas cerca de 45 minutos depois”, explicou Sousa sobre como aconteceu todo o crime. 

O agente Jean Carlos, da PRF de Pedro II, confirmou que Francília e a filha foram encontradas sem ferimentos e pareciam bem. Jean Carlos disse que depois de mãe e filha terem sido deixadas próximo à Usina Santana, pegaram uma carona e foram levadas até próximo à sede da Ordem dos Advogados do Brasil (OAB-PI), em Teresina.  

“Elas foram encontrada sim, e agora depois foram levadas a Greco, onde prestaram depoimentos”, disse Jean Carlos.

A polícia segue em busca dos sequestradores. Até o momento, nenhum foi encontrado.

Com informações CV

O professor de artes Bruno Rafael Paiva foi surpreendido pelos alunos da escola em que dá aula na cidade de Brejo Santo, no Ceará, com um gesto que ele vai levar para a vida toda.  Você também pode apoiar Educação com Visa, sem pagar nada a mais por isso, inscreva-se aqui.

Vai fazer dois meses e meio que Bruno, que é formado em música, não recebia o primeiro salário na Escola Estadual de Educação Profissional Balbina Viana Arrais.

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Ser professor, ao contrário do que muita gente pensa, não é uma vocação, mas uma profissão como todas as outras. Nem por isso os professores são remunerados adequadamente e, quando são, recebem o contracheque com meses de atraso, enquanto as contas não param de chegar.

Leia também: “Quero ser zelador quando crescer”: a linda amizade entre aluno e funcionário de escola

“Esse mês quando vi que não ia receber depois de um mês e meio de trabalho, vi tudo ficar preto, afundei na depressão preocupado e perdido sem saber como ia pagar as contas e ajudar minha família que está de mudança e com muitas barreiras da vida”, escreveu Bruno no Facebook.

Sabendo da situação financeira do professor e da dificuldade para continuar na escola, uma turma de alunos resolveu ajudá-lo – afinal, quando o Estado é ausente, os professores e alunos tem apenas uns aos outros.

Bruno não é de Brejo Santo, estava dormindo em um local emprestado. Sem contar nada, os estudantes compraram uma cesta de chocolate e fizeram uma rifa. Os estudantes correram que “nem doidos pra poder vender todas na escola e arrecadar 400 reais para me ajudar”.

No dia da surpresa, os alunos fizeram uma espécie de gincana com o professor. Em duplas, eles escreverem numa folha de caderno pedidos de desculpas para Bruno, por serem bagunceiros, muitas vezes, e coisas assim. Bruno andou a sala toda para ler os pedidos e em voz alta. Você também pode ajudar a sua causa preferida por meio do programa Causas Visa. Inscreva-se já e comece a ajudar.

Até que ele leu um bilhete que estava dentro de uma caixinha sobre a sua mesa. Desta vez, não se tratava de um pedido de desculpas, mas da surpresa que os estudantes tinham planejado: os 400 reais arrecadados com a venda das rifas estavam lá. A emoção tomou conta de Bruno, que agradeceu e depois foi abraçado pela turma.

“Eu fiquei paralisado quando abri a caixa. Eu nunca me senti daquele jeito na minha vida, algo por mim. Foi muito lindo!”, disse Bruno ao Razões para Acreditar. O professor disse ainda que vai receber um dos salários atrasados no próximo mês.

O vídeo já tem mais de 330 mil visualizações, 10 mil curtidas e 11 mil compartilhamentos.

Com informações razõesparaareditar

Na noite deste domingo (13/05), por volta das 20h40, um adolescente de 16 anos, deflagrou cinco tiros de revólver calibre 38 contra Diego Francisco da Silva, de 25 anos, natural da cidade de Jaicós, no Piauí, mas que atualmente morava em Alagoinha.

O autor dos disparos é filho de Luis Alves Gonzaga, o ‘Luizão’, vereador do PTB e presidente da Câmara de Alagoinha. O homicídio ocorreu em um bar localizado às margens da rodovia estadual que liga o município de Alagoinha com a BR-316.

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A vítima veio a óbito ainda no local. Após o crime, o autor dos disparos fugiu com destino ignorado. Ainda não se sabe a motivação exata do assassinato, porém de início houve um desentendimento com a vítima e o acusado, segundo afirma a polícia.

Os policiais de Alagoinha do Piauí, sargento Rodrigues e cabo Levi, no momento do crime estavam em rondas na cidade, e após tomarem conhecimento do fato deslocaram-se de imediato ao local, contudo, ainda não conseguiram localizar o infrator.

O delegado titular da Delegacia Regional de Pio IX, Aureliano Barcelos,  abriu um inquérito policial para investigar o caso. De acordo com as primeiras investigações das polícia civil, no momento do crime, a vítima estava em um bar na companhia de uma mulher quando foi surpreendido pelo menor que efetuou os tiros. Ainda não se tem informações sobre a motivação do crime, mas a autoria já foi confirmada pelo delegado.

Com informações MN

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