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Uma idosa identificada como Maria de Jesus Sousa, de 80 anos, foi assassinada enquanto dormia dentro de sua residência no bairro Pau Ferrado, município de Floriano. De acordo com informações, a sua casa foi arrombada e invadida por criminosos que levaram vários objetos, dentre eles um aparelho de televisão e em seguida mataram a vítima.

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O filho da idosa, José Vera Cruz, foi o primeiro a chegar na casa. Zezinho, como é mais conhecido, foi fazer o café para sua mãe como tinha o hábito diariamente e ao chegar percebeu que a casa estava toda revirada. Imediatamente ele se dirigiu até o quarto quando viu a dona de casa deitada na cama com uma fralda enrolada no pescoço e já sem vida. A família acredita que ela tenha sido asfixiada pelo criminoso.

Uma equipe de policiais militares comandada pelo Sub-Tenente Afonso Décimo foi a responsável pelo isolamento da área até a chegada dos policiais civis para a realização da perícia no local.

A idosa teve o corpo submetido a exame cadavérico realizado pelo Dr. Pedro Atém Junior, médico plantonista do Hospital Regional Tibério Nunes. O laudo seguirá para o distrito policial da área, onde será anexado aos autos do inquérito, que será instaurado para dar início a investigação.

Com informações MN

A cantora piauiense Gleycielle Mendes de Sousa, conhecida como Vakeira Funk, procurou a Delegacia Especializada de Atendimento à Mulher para denunciar agressões por parte do marido e companheiro de banda, identificado pela polícia como Marcelo Francisco Pereira de Oliveira. Um vídeo compartilhado nas redes sociais mostraria um dos episódios de agressão, mas não foi confirmado pela polícia. O suspeito relatou que não tem conhecimento da denúncia.

As denúncias foram registradas no final do mês de maio. Segundo a delegada Vilma Alves, a cantora foi até a delegacia acompanhada de amigas, que a apoiaram a fazer o BO.

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De acordo com a delegada, as agressões aconteciam há algum tempo. “Ele vinha maltratando ela fisicamente, xingando ela, e ela ficava calada, chorava pelos cantos, e achava que ela ia melhorar. Ele mandava nela e ela sofreu muito calada”, disse a delegada Vilma Alves.

A vítima passou por um exame de corpo de delito, que teria comprovado a lesão corporal. Um vídeo compartilhado nas redes sociais mostraria um dos episódios de agressão, ocorrido dentro do escritório da banda que a cantora faz parte. A delegada disse que a cantora saiu de casa e foi acolhida por uma pessoa conhecida.

Para a delegada, um dos motivos das agressões seria a ascensão da carreira de cantora da vítima, o que estaria incomodando o marido. “Como ela ascendeu na banda, veio o ciúme, a inveja. Ela disse que quando era aplaudida, já ficava temerosa”, disse a delegada Vilma Alves. O suspeito deverá se apresentar à Polícia Civil ainda nesta semana.

A assessoria da banda que a vítima faz parte disse apenas ter conhecimento denúncia, e não confirmou a veracidade do vídeo que circula nas redes sociais e que mostraria a agressão sofrida pela cantora. A banda disse ainda que irá se manifestar sobre o episódio em breve.

Gleyci Mendes havia feito recentemente uma parceria com a cantora MC Melody. As duas gravaram a música "O Som da Copa Funk e Vaquejada", produzida especialmente para a Copa do Mundo 2018. A cantora é conhecida por tocar o estilo musical que intitulou "funkejada", uma mistura entre o funk e o forró de vaquejada.

Com informações G1

A família da ex-primeira dama de Lagoa do Sítio, Gercineide de Sousa Monteiro acompanha em Oeiras o julgamento do ex-prefeito José de Arimateia Rabelo, conhecido como Zé Simão, acusado de assassinar a própria esposa em fevereiro de 2015. O irmão de Gercineide, Nilton Filho, afirma que espera que a "Justiça seja feita".

"Finalmente chegou o dia em que nós esperamos que a Justiça seja feita, mas preferimos nos manifestar somente após o encerramento do julgamento", disse Nilton Filho.

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O depoimento das seis testemunhas de acusação terminou por volta das 17h45. As cinco testemunhas de defesa serão ouvidas ainda nesta segunda-feira e não há previsão para o término do julgamento.

A defesa do réu pediu desaforamento de Valença para Oeiras. O júri popular acontece no auditório da 1ª Vara de Oeiras, presidido pelo juiz Rafael Mendes Paludo. O promotor do caso também é de Oeiras, Marcondes Pereira de Oliveira. A defesa é feita pelo advogado Nazareno Thé. 

Sete pessoas compõem o júri popular, todos cidadãos oeirenses. O júri iniciou por volta das 9h30, iniciando pela oitiva das testemunhas, depois será a vez da empregada doméstica Noêmia e em seguida o réu, para então depois ter os debates de defesa e acusação. 

O auditório abriga 118 pessoas, muitas delas de Lagoa do Sítio e de Valença se deslocaram para acompanhar o julgamento. 

Foto: Wilson Filho/Cidadeverde.com

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Na época, a empregada doméstica do casal, Noêmia Maria da Silva Barros, 43 anos, confirmou que o então prefeito havia assassinado e esposa e ainda confessou manter uma relação extra-conjugal com o gestor.  Noêmia também será julgada pelo mesmo crime, como coautora, mas o processo está em recurso no Superior Tribunal de Justiça (STJ) e o júri popular deve acontecer na comarca de origem em Valença.  

Com informações CV

O capitão da Polícia Militar Alisson Wattson, réu pelo feminicídio da estudante Camila Abreu em outubro do ano passado, ainda não pode ser considerado um ex-membro da corporação.

Ontem, o Portal O DIA mostrou que o capitão não foi transferido do presídio militar para uma penitenciária comum e continua recebendo o salário de aproximadamente R$ 8 mil mensais. Mas, somente hoje foi possível descobrir por que o processo de exoneração está parado.

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Uma das constatações é que o documento assinado pelo governador Wellington Dias (PT) demorou para sair da Procuradoria Geral do Estado e chegar ao Tribunal de Justiça. O parecer favorável à exoneração foi dado no dia 3 de maio, mas só foi encaminhado para o TJ no dia 29.

O processo foi distribuído por sorteio eletrônico ao Pleno do TJ, sendo o desembargador José Francisco do Nascimento o relator. Em nota, a assessoria do magistrado informou que está analisando o caso “dentro dos prazos e com observância dos procedimentos específicos atinentes à matéria”.

Além desse processo, está em tramitação na Câmara Criminal um recurso da defesa do acusado, solicitando que o pagamento do salário continue sendo realizado. No entanto, o mandado de segurança ainda não foi analisado.

A lentidão para finalizar o processo de exoneração e a possibilidade do réu continuar recebendo o salário, revolta os familiares da vítima e preocupa o promotor Benigno Filho, responsável pela acusação de Alisson Wattson, que vai a júri popular no mês de agosto. 

Com informações portalodia

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