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POLICIAL

 

Um garimpo clandestino de pedras preciosas foi desativado em Gilbués (a 797 km de Teresina) na última sexta-feira(15). Na operação, sete garimpeiros foram conduzidos à delegacia e apreendidas várias pedras preciosas, entre elas, esmeraldas.

A ação contou com policiais rodoviários federais, civis e representantes das Secretarias do Meio Ambiente (Semar) e da Fazenda (Sefaz).

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O garimpo funcionava às margens do Riacho Marmelada, na zona rural de Gilbués. Os garimpeiros eram de outros estados do Brasil e foram detidos por extração ilegal, além de terem sido multados e instaurado procedimento administrativos de competência da Semar.

A multa ao responsável pelo garimpo foi de R$ 40mil, além da área ter sido embargada e dos equipamentos e ferramentas terem sido apreendidos.

Com informações CV

O promotor titular da 48ª Promotoria de Justiça, Eloi Pereira, emitiu recomendação à Polícia Militar solicitando a imediata retirada de alunos do curso de formação para soldados do exercício de atividades de policiamento. A notificação foi expedida na última quarta-feira (13) e o comando analisa solicitação.

O juiz identificou que os alunos do curso de soldados estavam fazendo policiamento ostensivo por meio de uma publicação no site da Polícia Militar do Piauí. Ele alegou que esta medida contraria o estatuto da PM e seria ilegal.

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“Verificando o site da Polícia Militar do Piauí me deparei com a notícia de que os alunos do curso de formação para soldados já estariam nas ruas fazendo policiamento ostensivo armado e fardado, o que contraria frontalmente o próprio estatuto da PM. Na condição hoje, eles são alunos são candidatos a serem futuros soldados, ou seja, são civis, não são militares e não foram nomeados ainda pelo governador do estado. Então se trata de ilegalidade”, detalhou.

A notificação prevê que a Polícia Militar deve se pronunciar até cinco dias após receber a notificação. O promotor afirmou que os alunos do curso de soldado são civis e deveriam, em vez de executar atividade policial, fazer treinamentos e estágios para, apenas após a nomeação, fazer o policiamento.

“Aqui no vizinho estado do Maranhão, por exemplo, tem alunos fazendo o mesmo curso de formação. Eles estão no interior das unidades militares fazendo esse treinamento, esse estágio operacional, e só irão as ruas efetivamente depois de nomeados. A gente entende a situação de querer mostrar para a sociedade um efetivo maior, mas isso tem que ser feito dentro da lei. Neste caso, na visão do MP, não atende à legislação”, detalhou o promotor.

Caso a recomendação do Ministério Público não seja acatada, o órgão pode entrar com ação de improbidade administrativa por descumprimento de lei. A Polícia Militar informou que a recomendação está em análise pela assessoria jurídica para orientar a decisão do comandante.

Com informações G1

Pelo menos sete pessoas foram vítimas de um estelionatário que se passava por empresário e corretor de casas e consórcio. Além de empresários, o suspeito teria enganado a própria noiva que estava com casamento marcado para esta quarta-feira (13), em um restaurante da zona Leste de Teresina. O prejuízo causado as vítimas é superior a R$ 40 mil. 

"Nos conhecemos no início do ano e estávamos morando juntos há um mês. Não tive gastos com vestido porque ele disse que estava organizando tudo e disse até que contratou uma van para levar os convidados. A gente ia casar no civil e depois no religioso O restaurante foi reservado, bolo e doces encomendados. Ele conseguiu reservar tudo sem adiantar o dinheiro. Nos falamos por volta de 11h30 e ele disse que estava resolvendo a passagem do meu irmão que mora em São Paulo e vinha pro casamento. Só descobri que não ia ter casamento por volta das 16h30 quando fui ao apartamento que a gente morava e lá encontrei as vítimas. Tô muito mal. Tremendo, nervosa, uma sensação horrível", desabafa a noiva que não relatou prejuízo em dinheiro. 

O suspeito foi identificado como Luiz Carlos das Neves. Um dos empresários, que prefere não ser identificado, conta que entregou ao suspeito R$ 4.200. 

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"Ele prometeu uma carta de crédito de R$ 42 mil informando que precisava de R$ 4.200 para transferir a carta de crédito para o meu nome e eu pagaria a diferença da carta de crédito em parcelas de R$ 422. Acabei confiando porque ele era meu inquilino e até pagou seis meses adiantados e à vista", conta a vítima. 

Para ter a confiança das vítimas, o suspeito apresentava o extrato de uma conta bancária no valor de R$ 2 milhões. 

"Estou vendendo minha loja por R$ 450 mil e demonstrou interesse em comprar. Foi até meu estabelecimento e negociamos tudo. Mostrou uma aplicação de R$ 2,5 milhões que ia cair hoje. Foi ganhando tempo até conseguir tirar de mim R$ 7 mil que era pra agilizar a compra que era pra ter sido feita ontem. Foi marcada para 13h, mas quando fui ao banco não tinha nada. Foi quando percebi que tinha caído no golpe", explica outro empresário.

Entre as vítimas há também um porteiro que entregou R$ 3 mil, valor da recisão de um contrato, para adquirir uma motocicleta nova. As vítimas contam ainda que o suspeito chegou a fazer entrevista de emprego oferecendo emprego em um restaurante. 

"Ele usou o nome de um restaurante dizendo que era dono e estava fazendo entrevista de emprego. Quando as pessoas chegaram no restaurante disseram que não estavam oferecendo emprego", conta um dos empresários.

As vítimas registraram a ocorrência no 2º Distrito Policial. 

Com informações CV

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O Ministério Público deve recorrer da sentença que condena um empresário a seis meses de prisão e multa de R$ 5 mil. Ele é acusado de ter torturado a esposa e a mantido em cárcere privado em Boa Hora, município a 137 km de Teresina. O crime ocorreu em dezembro de 2017 e teria durado cerca de cinco dias, começando após uma discussão na ceia de Natal no dia 24 de dezembro. As agressões ocorreram na filha de dois anos do casal.

"Ele bateu a porta do carro no rosto dela, deu vários chutes nela, a ponto de ela chegar a desmaiar. Depois jogou água para que ela acordasse e enrolou uma corda no pescoço dela. Quando chegamos lá na casa em que ela era mantida, a encontramos muito machucada", descreveu o delegado Renato Pinheiro que presidiu o inquérito.

O empresário do ramo de autopeças para motos foi preso em flagrante mas sua prisão foi convertida em preventiva. A vítima foi hospitalizada e, através de um exame de tomografia, foi constatada uma lesão no crânio.

O titular da ação é o promotor de Barras Silas Sereno, que está de férias, mas informou ao Cidadeverde.com que tomou conhecimento da decisão. "Em 10 anos de Ministério Público eu nunca tinha visto algo parecido. Eu pedi a pena máxima por lesão corporal e a pena máxima seria dois anos. A juíza entendeu que não foi provado o cárcere privado", explica o promotor.

Seu substituto o promotor Glécio Setúbal informou que também tomou conhecimento da decisão, mas ainda não formalmente. Ele confirma que por não haver reconhecimento de todos os delitos a pena ao qual o réu foi condenado é pequena e que deve recorrer da decisão dentro do prazo estipulado. "Ainda não tomei ciência da decisão mas certamente iremos analisar e recorrer. O prazo para apresentar recurso é de cinco dias e até lá iremos recorrer.

 

 

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