Trilha JONAS 01112017

POLICIAL

 

O capitão da Polícia Militar, Alisson Wattson, que confessou ter matado a própria namorada Camilla Abreu a tiros no mês de novembro, será expulso da Polícia Militar ao fim do processo administrativo movido pela corporação. O comandante da Polícia Militar, coronel Carlos Augusto, informou em entrevista ao Jornal do Piauí que o processo administrativo interno está avançado e que em outros casos semelhantes ao de Alisson culminaram em expulsão.

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"As pessoas quando tem desvio de conduta, a medida é a da lei. A PM cabe fazer o que tem sido feito. O processo está bastante adiantado e em todos os casos como este a Polícia sempre optou pela expulsão. Não poderia antecipar pois seria infração dla minha parte", explicou o coronel.

Com informações CV

Policiais militares do Batalhão da PM em Campo Maior efetuaram, por volta do meio dia dessa segunda-feira, 04.12, a prisão de dois homens que furtaram uma caixa de marcha de uma caçamba na cidade de Cabeceiras do Piauí e prosseguiam fuga por Campo Maior.
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Os policiais estavam participando da Operação Natal, lançada na manhã dessa segunda-feira, quando foram acionados pelo proprietário da caçamba, informando que os dois acusados se encontravam em um posto de gasolina no bairro São Luís, em Campo Maior.

De imediato os PMs se dirigiram ao local e encontraram os dois homens no interior de um caminhão baú, se preparando para fugir. 
Foi dada voz de prisão aos acusados, identificados como José Augusto Lima Castro, 30 anos, e Raimundo Valgmar Pontes Damasceno, 44 anos.
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O primeiro tem passagem pela polícia por assalto a mão armada. O outro é natural do estado do Ceará. Os dois foram levados para a delegacia de Campo Maior.

Para o Comandante do 15° BPM, Major Etevaldo Silva, ações como essa serão rotineiras durante a Operação Natal. "Iniciamos bem essa operação e vamos continuar o trabalho para tirar de circulação quem comete crimes em geral, não importa o tipo.
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"A PM está melhor estruturada em Campo Maior e  com a chegada das novas viaturas teremos melhores resultados", enfatizou o Major.

Depois de mais de 18 anos do assassinato do pedreiro Luiz Gonzaga de Sousa Pinto. Foi a Júri Popular na manhã desta quinta-feira 30/11 no auditório do Fórum de Campo Maior, o acusado Cristovam José da Silva.

Cristovam foi denunciado pelo crime de homicídio qualificado. Foragido da justiça após praticar o delito em julho de 1998, onde após uma colisão de bicicletas entre o réu e a vitima, veio a desferir quatro facadas em Luiz. 

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O juiz criminal, ao optar pela pronúncia reconheceu da existência, autoria e provas da materialidade, do acusado  onde demostrou que o réu deveria ser pronunciado e ir a júri popular pela pratica de crime doloso contra a vida. Durante dota instrução e colheita de prova o Ministério Publico pedia a condenação do acusado pela pratica de homicídio qualificado por motivo fútil. 

Sua defesa sustentou a tese de legitima defesa, onde o réu teria revidado a uma agressão da vitima, agindo de maneira atual e iminente. defesa esta que não convenceu os jurados. Após a formação do Conselho de Sentença, os jurados decidiram sobre a condenação do acusado, o julgamento durou mais de 5 horas. Ao final o Juiz  estipulou uma pena de 18 anos de prisão com regime inicial de cumprimento fechado. 

Familiares da vitima acompanharam todo o julgamento, vestidos de camisas branca com a palavra JUSTIÇA, estampada. 

A Polícia Civil de Campo Maior divulgou um relatório de inquéritos policiais produzidos pelo 1º e 2º Distritos Policiais da cidade. O delegado regional da 5ª Delegacia Regional de Polícia Civil, Anchieta Nery, fez um comparativo dos maiores crimes praticados no primeiro semestre de 2016 com o de 2017.
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Os quatro crimes que ocorreram com maior frequência no primeiro semestre de 2017 os de violência doméstica, seguido por furtos, estelionato e tráfico de drogas.

O delegado Anchieta fez um comparativo e demonstrou a produção de inquéritos feitos nas duas delegacias. Para os crimes de furtos foram produzidos 18 inquéritos no primeiro semestre de 2016, enquanto que nos seis primeiros meses de 2017 já foram concluídas 33 investigações.

Para os crimes de Violência Doméstica, aqueles em as vítimas são mulheres, nos primeiros meses de 2016 foram produzidos 26 inquéritos, enquanto que nesse mesmo período de 2017 foram abertos 42 procedimentos de investigação.

Já com relação ao crime de tráfico de drogas, o delegado Anchieta Nery informa que no primeiro semestre do ano passado foram abertos somente oito inquéritos policiais. Esse número passou para 14 inquéritos produzidos nesse mesmo período de 2017.

“Para esses crimes que mais incomodam a população, a Polícia Civil teve uma atenção especial e quase que dobrou o número de procedimentos, ou seja, a quantidade de inquéritos policiais aumentou em 80%”, destaca o delegado.  

     

  

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