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A Defesa Civil avalia que em torno de 500 famílias precisam de ajudas do município

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Há mais de duas semana, o município de Campo Maior vive em situação de emergência por conta das chuvas que caem enchendo rios, barragens e alagando áreas. A Defesa Civil já destaca um número de 500 faílias, que vão precisar até o final das chuvas de apoio, abrigos e outras ajudas para amenizar situações dos prejuízos.

Por conta do atual cenário, o prefeito Professor Ribinha reunido com o coordenador da Defesa Civil Edilson da Vargem, montou uma central de plantão que funciona na Secretaria de Assistência Social – SEMAS.

Este final de semana, o prefeito, o coordenador da Defesa Civil, o secretário de Relações Institucionais Carlos Torres, e representantes da Igreja Católica, concentrados na base com o apoio de voluntários,  avaliaram quais medidas em caráter de urgências continuarão tomando para prestar socorro urgente às vítimas.

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O secretário de Transporte e Mobilidade Urbana também se juntou a equipe como colaborador no socorro às vítimas das cheias

“Neste primeiro momento estamos concentrados na parte ainda de resgate de famílias, que ainda se encontram em áreas de riscos, e pessoas isoladas, tanto na cidade quanto na zona rural”, explicou Edilson da Vargem.

O prefeito já tomou conhecimento de prejuízos por conta das fortes chuvas, desabamento de residências, rompimentos de açudes, estradas cortadas, calçamentos destruídos em várias ruas. As equipes que estão no campo colhem dados para ver o tamanho dos estragos, para que o prefeito avalie os prejuízos financeiros que o município terá por conta da situação.

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O representante do Governo do Estado - Ramiundo Pereira (SEPLAM) e Domingos Abreu (Habitaçao) - colaboradores 

Texto - Valdamir Alvarenga

Fotos Valdamir Alvarenga e Jonas Sousa

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