Trilha JONAS 01112017

POLICIAL

 

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Até o momento foram registradas 255 autuações, sendo 67 envolvendo condutores sem CNH e 61 por estarem com licenciamento atrasado. Casos ainda de motociclistas sem capacete, condutores usando celular, ultrapassagem proibida e recusa na realização de teste de alcoolemia.

Dois casos de prisões foram registradas. Uma por suspeita de receptação de motocicleta com ocorrência de roubo e furto, e outra no caso de um colombiano preso com maconha para consumo pessoal, mas que não apresentou comprovação de sua estada legal no país.

Ainda como saldo da operação, a PRF apreendeu 67 veículos.

 

Quase 200 motocicletas foram apreendidas em dois dias de operação da PRF no Piauí. A média é de três veículos irregulares por hora. A operação Duas Rodas foi comandada pela Polícia Rodoviária Federal - PRF. "Os condutores que andam com a moto irregular, seja por mau estado de conservação ou por não ser habilitado para pilotar a moto, podem se envolver em um acidente", alerta Jonas Mata, policial rodoviário federal. 

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Durante está semana estão sendo realizadas blitz em várias cidades do Piauí inclusive Campo Maior, que após balanço da Operação Duas Rodas feito pela PRF, foi possível observar que a maioria dos condutores não usava equipamento de segurança ou estava com o licenciamento atrasado. 

Ontem 14/12 foram apreendidos 89 motocicletas e aplicadas 450 multas. Já no início da semana foram apreendidas 91 motos também em situação irregular. As apreensões ocorreram nas cidades de Altos, Campo Maior, Água Branca, Lagoinha do Piauí, Povoado Estaca Zero, Monsenhor Gil, Lagoa do Piauí e Demerval Lobão. Os veículos foram levados para um depósito à disposição da PRF. Para recuperar a moto, o proprietário precisa pagar taxas e multas, receber o certificado de registro e licenciamento de veículo (CRLV) e solicitar a liberação. A operação Duas Rodas segue por tempo indeterminado.

Com Informações PRF/odia

Os agentes penitenciários de Campo Maior participaram do 1º curso de armamento e tiros para o uso de armas de grosso calibre. A capacitação promovida pela Secretaria de Justiça do Piauí (Sejus) iniciou, na segunda-feira passada, (11).
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O diretor da Casa de Detenção de Campo Maior, Hermogenes Paz, explica que o curso teve duração de 20 horas/aula e abrange técnicas de montagem e manutenção de pistolas calibre ‘ponto 40’.

A Secretaria de Justiça distribuiu mais de 500 pistolas. O diretor Da CDP de Campo Maior disse que todos os agentes locais participaram do curso, que foi ministrado pelo diretor da Escola Penitenciária Jacinto Teles.
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“Esse armamento para nós representa uma conquista para os agentes penitenciários que agora terão armas cauteladas em seus nomes, além de receberem uma capacitação histórica”, destaca o diretor.

Os agentes de Campo Maior irão receber nessa sexta-feira, dia 15, novos armamentos e ainda coletes balísticos em solenidade às 11 horas na sede da Agência de Tecnologia da Educação.
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O capitão da Polícia Militar, Alisson Wattson, virou réu no processo que investiga a morte da universitária Camilla Abreu, assassinada em outubro deste ano. A juíza Maria Zilnar Coutinho Leal aceitou ontem 12/12 a denúncia do Ministério Público. O PM será julgado pelos crimes de  homicídio qualificado pelo feminicídio, ocultação de cadáver e fraude processual. 

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A decisão da juíza saiu na mesma data em que Camilla completaria 22 anos de idade, se estivesse viva. Pelas redes sociais, Jean Carlos, pai da vítima, relembrou a morte cruel da filha. 

"Hoje era pra minha família está unida. Comendo um bolo ou uma pizza quem sabe. Minha filha comemorando seus 22 anos. Aí aparece um sujeito, esse da foto, capitão da Polícia Militar do Piauí, infelizmente manchando a farda de bons homens que formam a corporação. E sem dó nem piedade tira a vida de uma jovem e a joga no mato como se joga um animal morto. No lugar do coração tem uma pedra. Um monstro, infelizmente", postou o pai de Camilla.

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Além de responder criminalmente, Alisson Wattson é investigado administrativamente e aguarda decisão sobre o destino dele dentro da Polícia Militar. O caso gerou um clamor popular para que o réu perda a farda da PM. 

Com informações CV

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