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POLICIAL

 

Um oficial do Corpo de Bombeiros do Piauí foi preso pelo crime de estupro de vulnerável. O mandado de prisão preventiva foi cumprido hoje na sede da corporação, localizado na Avenida Miguel Rosa, zona Sul de Teresina.

Ele foi identificado como Edson Carlos de Silva Lima, e ingressou nos quadros da corporação pela Polícia Militar há mais de 20 anos. Edson integrava o quadro de oficiais complementares do Corpo de Bombeiros. Edson cumprirá pena de 10 anos.

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Foto: ilustrativa

De acordo com o subcomandante dos Bombeiros, José Drumond, Edson foi levado, primeiramente, ao Instituto de Medicina Legal (IML) para os procedimentos cabíveis e depois será encaminhado para o prédio militar, no bairro Ilhotas, também na zona Sul da capital. 

A condução do oficial foi realizado pela Polícia Civil do Piauí com apoio da Polícia Militar. 

“Foi dado cumprimento agora pela manhã. Ele estava no expediente normalmente, mandei chamar ele para dar a voz de prisão”, disse o coronel. 

O subcomandante esclareceu que o oficial estava afastado apenas do serviço e das funções operacionais, mas cumpria expediente na parte administrativa. 

Um Conselho de Justificação foi criado no dia 3 de abril deste ano para apurar a conduta do oficial. O subcomandante acrescentou que esse processo está em finalização. Após conclusão, o Conselho emitirá uma posição sobre o destino do oficial nos quadros do Corpo de Bombeiros, ele poderá ser expulso ou ir para a aposentadoria remunerada. 

O mandado de prisão foi expedido pela 6° Vara Criminal. 

Para o coronel, a prisão pelo crime de estupro é um “sentimento de pesar” por se tratar de um colega de farda. 

“Mas nós estamos dando cumprimento a decisão judicial logo após o processo em que ele teve todo o amplo contraditório para se defender. A corporação tem esse sentimento de pesar, mas não podemos permitir nas fileiras pessoas condenadas pela justiça, principalmente neste tipo de crime”.

O crime

O crime de estupro de vulnerável ocorreu em motel na BR-316 no dia 7 de dezembro de 2009. A vítima era uma criança de 12 anos. Ela e uma amiga (de 13 anos) foram abordadas enquanto iam para a escola em Teresina. O oficial estava acompanhado pelo irmão, que também era policial militar. Eles eram conhecidos das crianças, pois eram instrutores delas do Pilotão Mirim da Polícia Militar, que é um projeto social da corporação.

les a convenceram a entrar no carro e irem até um balneário em Nazaria. No local, testemunhas presenciaram eles ingerindo bebidas alcoólicas e as meninas banhando apenas de calcinha. Ao sair do balneário, o oficial foi com uma das crianças para o motel, onde ocorreu o crime. 

A investigação apontou que não havia elementos o suficiente para comprovar que a segunda criança também foi estuprada. 

O irmão do oficial morreu há alguns anos eletrocutado. Ele estaria fazendo uma ligação clandestina quando recebeu a descarga elétrica.  

Operação Glosbe

O Bombeiro foi preso durante a Operação Glosbe, deflagrada pela Polícia Civil do Piauí, por meio da Divisão de Capturas/ Polinter. Além dele, foram presos Daniel de Moraes Sousa, por tráfico e associação para o tráfico. A prisão ocorreu no bairro Dirceu. Daniel foi condenado a 6 anos e 8 meses pelo crime praticado em 2010.

Núbia Pereira Lopes foi presa por roubo. A prisão ocorreu no bairro Ilhotas. Núbia foi condenada a cinco anos e quatro meses pelo crime praticado em 2013.

Com informações MN

Um garimpo clandestino de pedras preciosas foi desativado em Gilbués (a 797 km de Teresina) na última sexta-feira(15). Na operação, sete garimpeiros foram conduzidos à delegacia e apreendidas várias pedras preciosas, entre elas, esmeraldas.

A ação contou com policiais rodoviários federais, civis e representantes das Secretarias do Meio Ambiente (Semar) e da Fazenda (Sefaz).

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O garimpo funcionava às margens do Riacho Marmelada, na zona rural de Gilbués. Os garimpeiros eram de outros estados do Brasil e foram detidos por extração ilegal, além de terem sido multados e instaurado procedimento administrativos de competência da Semar.

A multa ao responsável pelo garimpo foi de R$ 40mil, além da área ter sido embargada e dos equipamentos e ferramentas terem sido apreendidos.

Com informações CV

O promotor titular da 48ª Promotoria de Justiça, Eloi Pereira, emitiu recomendação à Polícia Militar solicitando a imediata retirada de alunos do curso de formação para soldados do exercício de atividades de policiamento. A notificação foi expedida na última quarta-feira (13) e o comando analisa solicitação.

O juiz identificou que os alunos do curso de soldados estavam fazendo policiamento ostensivo por meio de uma publicação no site da Polícia Militar do Piauí. Ele alegou que esta medida contraria o estatuto da PM e seria ilegal.

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“Verificando o site da Polícia Militar do Piauí me deparei com a notícia de que os alunos do curso de formação para soldados já estariam nas ruas fazendo policiamento ostensivo armado e fardado, o que contraria frontalmente o próprio estatuto da PM. Na condição hoje, eles são alunos são candidatos a serem futuros soldados, ou seja, são civis, não são militares e não foram nomeados ainda pelo governador do estado. Então se trata de ilegalidade”, detalhou.

A notificação prevê que a Polícia Militar deve se pronunciar até cinco dias após receber a notificação. O promotor afirmou que os alunos do curso de soldado são civis e deveriam, em vez de executar atividade policial, fazer treinamentos e estágios para, apenas após a nomeação, fazer o policiamento.

“Aqui no vizinho estado do Maranhão, por exemplo, tem alunos fazendo o mesmo curso de formação. Eles estão no interior das unidades militares fazendo esse treinamento, esse estágio operacional, e só irão as ruas efetivamente depois de nomeados. A gente entende a situação de querer mostrar para a sociedade um efetivo maior, mas isso tem que ser feito dentro da lei. Neste caso, na visão do MP, não atende à legislação”, detalhou o promotor.

Caso a recomendação do Ministério Público não seja acatada, o órgão pode entrar com ação de improbidade administrativa por descumprimento de lei. A Polícia Militar informou que a recomendação está em análise pela assessoria jurídica para orientar a decisão do comandante.

Com informações G1

Pelo menos sete pessoas foram vítimas de um estelionatário que se passava por empresário e corretor de casas e consórcio. Além de empresários, o suspeito teria enganado a própria noiva que estava com casamento marcado para esta quarta-feira (13), em um restaurante da zona Leste de Teresina. O prejuízo causado as vítimas é superior a R$ 40 mil. 

"Nos conhecemos no início do ano e estávamos morando juntos há um mês. Não tive gastos com vestido porque ele disse que estava organizando tudo e disse até que contratou uma van para levar os convidados. A gente ia casar no civil e depois no religioso O restaurante foi reservado, bolo e doces encomendados. Ele conseguiu reservar tudo sem adiantar o dinheiro. Nos falamos por volta de 11h30 e ele disse que estava resolvendo a passagem do meu irmão que mora em São Paulo e vinha pro casamento. Só descobri que não ia ter casamento por volta das 16h30 quando fui ao apartamento que a gente morava e lá encontrei as vítimas. Tô muito mal. Tremendo, nervosa, uma sensação horrível", desabafa a noiva que não relatou prejuízo em dinheiro. 

O suspeito foi identificado como Luiz Carlos das Neves. Um dos empresários, que prefere não ser identificado, conta que entregou ao suspeito R$ 4.200. 

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"Ele prometeu uma carta de crédito de R$ 42 mil informando que precisava de R$ 4.200 para transferir a carta de crédito para o meu nome e eu pagaria a diferença da carta de crédito em parcelas de R$ 422. Acabei confiando porque ele era meu inquilino e até pagou seis meses adiantados e à vista", conta a vítima. 

Para ter a confiança das vítimas, o suspeito apresentava o extrato de uma conta bancária no valor de R$ 2 milhões. 

"Estou vendendo minha loja por R$ 450 mil e demonstrou interesse em comprar. Foi até meu estabelecimento e negociamos tudo. Mostrou uma aplicação de R$ 2,5 milhões que ia cair hoje. Foi ganhando tempo até conseguir tirar de mim R$ 7 mil que era pra agilizar a compra que era pra ter sido feita ontem. Foi marcada para 13h, mas quando fui ao banco não tinha nada. Foi quando percebi que tinha caído no golpe", explica outro empresário.

Entre as vítimas há também um porteiro que entregou R$ 3 mil, valor da recisão de um contrato, para adquirir uma motocicleta nova. As vítimas contam ainda que o suspeito chegou a fazer entrevista de emprego oferecendo emprego em um restaurante. 

"Ele usou o nome de um restaurante dizendo que era dono e estava fazendo entrevista de emprego. Quando as pessoas chegaram no restaurante disseram que não estavam oferecendo emprego", conta um dos empresários.

As vítimas registraram a ocorrência no 2º Distrito Policial. 

Com informações CV

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