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POLICIAL

 

Ré no processo que investiga a morte de um policial do Bope, em 2016, Thaís Monait Neris de Oliveira, 26 anos, teve o cabelo cortado, as sobrancelhas raspadas e sofreu tentativa de linchamento após um assalto frustado a um salão de beleza no bairro Planalto Ininga, na zona Leste da Capital. 

O crime ocorreu por volta das 21h, desta segunda-feira (02). Segundo a delegada Ana Luiza Marques, titular da Central de Flagrantes, a suspeita teria participado do assalto com um comparsa que conseguiu empreender fuga. 

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"Ela chegou com o comparsa com o subterfúgio de que queria fazer o cabelo e a sobrancelha. Assim que a funcionária disse que era possível, os dois anunciaram o assalto...subtraíram cerca de R$ 1 mil do caixa, além de celulares de funcionários e clientes", conta a delegada. 

Contudo, quando os suspeitos empreendiam fuga, uma cliente reagiu e travou luta corporal com o comparsa de Thaís que estava armado.

"A cliente conseguiu se desvencilhar do suspeito e saiu pra rua pra pedir ajuda. Nisso, o suspeito fugiu e a população conteve a mulher", disse a delegada que acredita que o fato de Thaís ter o cabelo cortado e as sobrancelhas raspadas tem relação com o pretexto utilizado pela suspeita.

"Ela fingiu ser cliente e disse que queria fazer o cabelo e a sobrancelha... por isso a população reagiu daquela forma. Acredito que a atitude não seria por que a reconheceram no caso do policial do Bope, mas por ela ser mulher e ter ido ao salão com o pretexto de que queria fazer o cabelo e a sobrancelha", conta a delegada. A suspeita foi levada a audiência de custódia e teve o mandado de prisão convertido em preventiva na manhã desta terça-feira (03). 

Além da participação no assalto ao salão de beleza, a suspeita é investigada em roubos na zona Sul de Teresina.

Com informações CV

Um idoso de 90 anos, identificado por Raimundo Dorneles de Oliveira, foi morto a facada,  na madrugada de segunda-feira 02/04,  por uma sobrinhacom problemas mentais próximo a localidade Alto da Cruz, zona rural de José de Freitas.

Segundo um sobrinho da vítima, que presenciou o homicídio, Maria Dorneles levantou por volta das 5h30min e falou de iria fazer o café, oportunidade em que ouviu um barulho, ao sair do quarto presenciou Raimundo Dorneles com uma facada no peito, já em óbito.

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Após desferir a facada no idoso, Mariana correu e se escondeu em um matagal, próximo a sua residência. Mariana Dorneles, que é acompanhada pelo CAPS de José de Freitas, foi presa por uma guarnição da Policia Militar e encaminhada ao 17º Distrito Policial, desta cidade, onde o delegado Divanilson Sena deverá tomar as medidas cabíveis ao caso.

Com informações do realidadeemfoco

Um aluno de uma escola, postou uma foto no último dia 21/03 em que aponta uma arma de fogo para professor dentro da sala de aula. A imagem foi feita dentro da Escola Estadual Professor Francisco das Chagas de Souza Albuquerque em manaus no estado do Amazonas e compartilhada pelo aluno na página do Facebook (ele tem mais de 7.500 seguidores nesta rede social). A publicação teve mais de 340 compartilhamentos e 570 reações.

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O autor da foto chegou a escrever “Parem de compartilhar aquela poh* malditos” e “Fui expulso”. A Seduc do Amazonas afirmou que o aluno “foi suspenso das atividades escolares até o encerramento dos procedimentos administrativos e será acompanhado, juntamente com sua família, por psicólogos e assistentes sociais”.

Um Boletim de Ocorrência (BO) foi registrado no 24º Distrito Integrado de Polícia (DIP) para apurar o caso.

Com informações cozinhadogalo

 

A defesa do cantor Evandro da Silva Costa, pai da menina Emilly Caetano, morta durante uma abordagem policial no dia 25 de dezembro de 2017, pediu na justiça uma indenização de R$ 4,5 milhões por danos materiais e morais. A petição foi protocolada nesta terça-feira (27) na 2ª Vara dos Feitos da Fazenda Pública.

A defesa pede R$ 3.025.042,00 por danos materiais, incluindo os custos com o carro da família e o valor total equivalente a uma pensão mensal de um salário mínimo para cada vítima até a data em que Emily completasse 75 anos. O pagamento deve ser feito em parcela única ou, sucessivamente, em prestações sucessivas mensais.

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Por danos morais a família de Emily pede R$ 1.520.000,00, sendo R$ 350 mil para cada requerente em razão da morte da menina; R$ 100 mil para o pai em virtude dos danos sofridos por conta do tiro de pistola que atingiu sua cabeça e prejudicou sua audição e R$ 20 mil para a mãe da garota, baleada no braço.

Segundo o advogado Horácio Neiva, como se trata de uma ação onde estava um agente do Estado, a responsabilidade no caso é objetiva. "Como o Aldo era um agente do Estado e estava em serviço, juridicamente não há discussão quanto a responsabilidade do Estado. Isso é o primeiro ponto. A responsabilidade  neste caso é objetiva. O Aldo estava em serviço, causou um dano matando uma criança, feriu o pai que ainda hoje está com a bala alojada na cabeça, portanto, a responsabilidade  é objetiva", declarou.

Emilly estava com os pais e duas irmãs, sendo uma dela um bebê de nove meses, em um veículo passando pela Avenida João XXIII quando o carro da família foi atingido por tiros após ser parado por uma viatura policial. Nela estavam PMs do 5° Batalhão da Polícia Militar, responsável pelo policiamento na zona Leste da Capital. 

Segundo a mãe de Emily, Daiane Félix Caetano, em depoimento à polícia, ela e o marido, estavam indo levar a filha para uma franquia de açaí quando ocorreu a abordagem policial. 

O policial Aldo Luis Barbosa Dornel foi apontado como autor dos disparos.  Ele ingressou na Polícia Militar em 2010 sub júdice após ter sido reprovado no teste psicológico realizado pela banca do concurso, no caso o Núcleo de Concursos e Promoção de Eventos da Uespi, o Nucepi.

Com informações CV

paraiba60pronto