trilhaoutubro2018

POLICIAL

 

O homem identificado apenas como João de Deus foi preso em flagrante suspeito de tentar estuprar uma menina de apenas dois anos na zona rural de Floriano, município a 244 km de Teresina. 

Um casal que passava pelo local flagrou o suspeito nu com a menina dentro de uma rede e conseguiu impedir o ato. Após o flagrante o suspeito foi amarrado pela vizinhança e a Polícia Militar foi acionada.

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Joaquim Miranda de Oliveira, pai da criança vítima da tentativa de estupro relata que estava trabalhando em Floriano quando o suspeito invadiu a sua casa e pegou a criança.

"Essa hora ela gosta de brincar lá no terreiro e ela estava com a mãe e a irmãzinha dela. Ele entrou escondido muito rápido e ninguém viu quando ele levou ela pra rede. Fui lá com a Polícia e peguei  a criança que está bem e ele não conseguiu fazer nada, só tentou", relatou o pai.

O suspeito foi levado ao hospital Tibério Nunes e em seguida autuado em flagrante.

Com informações CV

Um arrombador foi preso pela Polícia Militar após um morador fotografar o acusado com uma televisão que havia acabado de furtar de um comércio. Identificado como Lídio Rodrigues dos Santos, ele chegou a posar para a foto com a TV. A prisão ocorreu no início da tarde deste domingo (29) no bairro Manguinha, em Floriano, distante 244 km de Teresina.

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O sobrinho da comerciante, Reginaldo, relata que o suspeito invadiu o local na manhã deste domingo (29) e foi identificado graças a foto tirada por outro morador.  "Um rapaz viu ele saindo e pediu para outro amigo que o encontraria mais a frente tirasse uma foto dele.  Após a foto ele retornou para o comércio para tentar furtar mais coisas, mas assim que ouvimos o barulho acionamos a Polícia que foi rápida e prendeu ele".

Reginaldo acrescenta que Lídio chegou a defecar dentro do estabelecimento. "Ele fez um verdadeiro estrago, até necessidades fisiológicas lá dentro. O que ele não pôde levar ele quebrou e saiu com a televisão", disse o denunciante.

O acusado foi levado para a delegacia da cidade onde prestou depoimento e informou que trocou a televisão por cinco pedras de crack. A Polícia tenta localizar o receptador do aparelho. "Só tem o ladrão porquê tem o receptador, a pessoa que troca uma TV por cinco pedras de crack tem consciência do crime que está cometendo", desabafa Reginaldo.

Com informações CV/JC24hs

Dois motoristas das empresas intermunicipais Jurandir e Editur se envolveram em uma briga no inicio da noite de sexta-feira (20), após uma disputa por passageiros na BR-316. A confusão teve inicio na comunidade Baixão do Ribeiro e só terminou no povoado Baixa Grande, ambos localizado na região do município de Monsenhor Gil. Os dois ônibus estavam lotados e seguiam sentido Teresina.

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Durante a confusão passageiros dos ônibus gritavam e choravam, o motorista da empresa Editur era chamado de Carlito e o da empresa Jurandir era chamado de Moraes.

Segundo relatos das testemunhas que estava no ônibus da empresa Jurandir, a confusão teve início na comunidade Baixão do Ribeiro. O ônibus da empresa Editur estava parado pegando um passageiro, quando o Jurandir foi passando o motorista da Editur jogou o ônibus propositadamente para o meio da rodovia, obrigando o outro motorista a fazer uma manobra arriscada e jogar o ônibus para contramão para evitar um acidente. Por pouco não ocorreu um grave acidente, por que no mesmo momento passava um caminhão em sentido contrário.

Ainda, de acordo com relatos das testemunhas, houve agressão física. O motorista da empresa Jurandir parou na comunidade Baixa Grande para solicitar explicações dos motivos que levou o motorista concorrente a agir daquela forma. Naquele momento o motorista da Editur partiu para agressão física, inclusive jogou o outro várias vezes contra o ônibus. Na confusão, o motorista da Jurandir foi agredido, inclusive teve a camisa rasgada. Os dois rolaram pelo chão em agressão de parte a parte.

O caso foi registrado na Polícia Rodoviária Federal.

Com informações MN

A delegada Cinthya Verena, de São Raimundo Nonato, afirmou nesta quinta-feira (19) que a dentista Delzuíte Ribeiro de Macêdo negou que tenha cometido o crime de racismo e que estaria arrependida porquê deveria ter agredido fisicamente a vítima. A delegada veio a Teresina para colher o depoimento da dentista, que foi presa acusada de racismo contra a mãe e um bebê de dois meses. 

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“Eu fiquei abismada porquê ela não apresenta nenhum arrependimento, pelo contrário, se diz revoltada e que está sendo injustiçada. Ela diz que deveria era ter agredido a vítima”, descreveu.

A delegada acrescenta que durante o depoimento leu as postagens e ela confirmou que é autora da mensagem. Sobre a postagem “Vc saiu da senzala porém a senzala ainda não saiu de você”[sic],a dentista alegou que queria mostrar que ela morava em São Raimundo Nonato e que a vítima era da cidade de Bonfim do Piauí. “Ela diz que queria dizer que São Raimundo Nonato era uma cidade desenvolvida”, completa a delegada.

Cinthya Verena relata ainda que questionou sobre a postagem  feita supostamente pela dentista após sua prisão onde ela ironiza o sistema prisional. “Segundo a dentista, ela não é a autora do post e ela se irritou por saber que alguém está usando o nome dela pra postar notícias falsas”, contou.

A delegacia de crimes virtuais será acionada para investigar a autoria da mensagem. Segundo a delegada, existem de seis a sete denúncias de crimes contra a honra e somente uma por racismo. A dentista está com prisão temporária de cinco dias e possivelmente sairá no sábado.

A delegada lamentou e classificou o crime como lamentável.  “É lamentável. Eu como mulher e negra me senti ofendida. Mas a repulsa foi geral”, lamentou.

Outro lado

O advogado Wisner Ribeiro, que defende a dentista, afirmou ao Cidadeverde.com que a família está tomando todas as medidas cabíveis  e que Delzuite Ribeiro de Mâcedo deverá ser solta no final de semana.

"Vamos defender que não houve crime de racismo, mas de injúria racial e que ela tem problemas psíquicos", afirmou o advogado.

Sobre a postagem atribuída a Delzuite após a prisão, Wisner disse que alguém fez uma perfil falso para prejudicá-la. 

"Esse perfil é um fake e é um afronta ao Estado e certamente a Secretaria de Segurança está investigando para que os responsáveis sejam punidos", disse o advogado. 

Para o advogado, a prisão foi "injusta" e "desnecessária".

"Delzuite em nenhum momento foi procurada para prestar esclarecimento na delegacia da cidade. Essa decisão só atende a influência da mídia e o clamor social". 

Com informações CV

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