Trilha JONAS 01112017

POLICIAL

 

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Uma estudante universitária identificada como Marília Leite Quadros e sua tia foram assaltadas depois de cada uma sacar R$ 2 mil em uma agência bancária no Centro de Campo Maior. Ela contou na delegacia que foram abordadas por um homem e uma mulher que, supostamente, queria aplicar o golpe da recompensa.

A estudante tinha acabado de fazer o saque referente a um empréstimo em grupo, quando saíram da agência bancária foram abordadas por esse casal falando que elas haviam ganhado um prêmio. Segundo as vítimas o suposto prêmio seria um relógio. As duas deixaram as bolsas com dinheiro com a mulher e acompanharam o homem até uma ótica para receberem o suposto prêmio. Minutos depois elas viram que tinham caído em um golpe. Não receberam nenhum prêmio e não encontraram mais a mulher que ficou "cuidando" de suas bolsas.

"Vienhos até a agência para sacarmos o dinheiro referente a um empréstimo que fazemos em grupo, quando saímos nos deparamos com esse homem e essa muulher que falaram que a gente tinha ganho o prêmio de um relógio por pagarmos nosso empréstimo em dia. O homem pediu para deixarmos a bolsa com a esposa dele, pois na ótica não poderia entrar com bolsas e sacolas, assim fizemos, deixamos nossas coisas com ela  e acompanhamos ele até a ótica. Ao chegar na ótica ele entrou, falou alguma coisa lá e saiu, disse para esperarmos, ele saiu e nunca mais voltou. Quando fomo lá na mulher para pegarmos nossas coisas, não tinha mais ninguém, eles levaram tudo, bolsa, documentos e todo o nosso dinheiro"< destacou uma das vítmas.

Depois de registrar a ocorrência, as duas vítimas compareceram ao setor de investigações para fazer o reconhecimento dos golpistas. Pelas imagens de câmeras de segurança, as vítimas conseguiram identificar o casal de golpistas. A serviço de inteligência da Polícia Civil está trabalhando para identificar o casal e efetuar a prisão dos mesmos.

O desembargador Edvaldo Moura, do Tribunal de Justiça do Piauí, concedeu alvará de soltura ao motoqueiro Wesley Costa de Sousa, vulgo Erlim, que havia sido preso em março desse ano, por policiais do 1º DP, acusado de fazer trafico através de um disk-drogas, em Campo Maior.
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O desembargador Edvaldo Moura atendeu a um pedido da defesa de Erlim, que havia sido autuado em flagrante, após ser preso na porta de uma boate de Campo Maior. A polícia o acusou de distribuir drogas, usando o sistema Delivery, ou seja, o usuário ligava e fazia o pedido da droga, que era deixada no local desejado.

A defesa do acusado está sendo feita pela advogada Micaelle Craveiro, que conseguiu a liminar do desembargador ao provar que não havia sido encontrado droga com o seu cliente.  

“Nós argumentamos no nosso pedido que na prisão de Wesley, que ocorreu em frente a Boate Azul, ele não continha nada consigo. Apenas estava chegando ao local. Na época a polícia disse que ele jogou dinheiro em um matagal, mas provamos na instrução que, além de não haver matagal, a pessoa que foi encontrada com a droga no local, não entregou dinheiro ao acusado”, explica a advogada.

Micaelle explica que o processo ainda não foi sentenciado, mas de posse dos depoimentos, ela conseguiu a liberdade por meio de um Habeas Corpus.

Pelo menos um ladrão, que andava em um carro, modelo Peugeot, arrombou a caminhonete da empresária Valquiria Alencar Martins, mulher do ex-prefeito Paulo Martins, que estava estacionada na Churrascaria Hawai, em Campo Maior e levou bolsas com dinheiro, cartões de crédito e documentos.
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A empresária informou, através de seua perfil no Facebook, que o crime aconteceu por volta das 13h30 dessa quinta-feira, 09.11 . “Levaram duas bolsas, uma Colcci outra Via Corpus, contendo todos os meus documentos e cartões e ainda uma sacola de roupas Via Corpus”, disse a empresária.

Walquiria disse que o criminoso andava bem vestido e no carro de quatro portas de cor escura. Após o crime, ele saiu em alta velocidade, deixando apenas a caminhonete com os vidros quebrados.
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O governador piauiense Wellington Dias (PT) assinou decreto constituindo o Conselho de Justificação, para apurar as condutas apontadas ilícitas supostamente praticadas pelo capitão da Polícia Militar Allisson Wattson, que confessou o assassinato da estudante de Direito Camilla Abreu. A publicação do ato ocorreu na terça-feira, 07 de novembro.

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Com a autorização, o conselho terá um prazo de 30 dias, prorrogáveis por até 20 dias para analisar o caso. O grupo vai deliberar sobre a culpa do militar nos fatos que lhe são imputados, verificando, na hipótese, se ele ainda reúne capacidade ética e moral de permanecer no oficialata da PM do Piauí. Neste processo será assegurada a ampla defesa ao processado, inclusive arrolando todos os fatos imputados a Allisson Wattson.

O capitão acusado de matar a estudante será processado no Conselho de Justificação, com independência da instância, por ser imputado por meio ilícito de comunicação social de ter procedido incorretamente no desempenho da função, por ter tido conduta irregular e praticado atos que afetam a honra pessoal, o pundonor militar e o decoro de classe. No decreto, o governador considerou a "necessidade de preservar a ordem pública e de resgatar a credibilidade das instituições democráticas que sedimentam o Estado de Direito”.

Com Informações MN

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