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POLICIAL

 

Dois motoristas das empresas intermunicipais Jurandir e Editur se envolveram em uma briga no inicio da noite de sexta-feira (20), após uma disputa por passageiros na BR-316. A confusão teve inicio na comunidade Baixão do Ribeiro e só terminou no povoado Baixa Grande, ambos localizado na região do município de Monsenhor Gil. Os dois ônibus estavam lotados e seguiam sentido Teresina.

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Durante a confusão passageiros dos ônibus gritavam e choravam, o motorista da empresa Editur era chamado de Carlito e o da empresa Jurandir era chamado de Moraes.

Segundo relatos das testemunhas que estava no ônibus da empresa Jurandir, a confusão teve início na comunidade Baixão do Ribeiro. O ônibus da empresa Editur estava parado pegando um passageiro, quando o Jurandir foi passando o motorista da Editur jogou o ônibus propositadamente para o meio da rodovia, obrigando o outro motorista a fazer uma manobra arriscada e jogar o ônibus para contramão para evitar um acidente. Por pouco não ocorreu um grave acidente, por que no mesmo momento passava um caminhão em sentido contrário.

Ainda, de acordo com relatos das testemunhas, houve agressão física. O motorista da empresa Jurandir parou na comunidade Baixa Grande para solicitar explicações dos motivos que levou o motorista concorrente a agir daquela forma. Naquele momento o motorista da Editur partiu para agressão física, inclusive jogou o outro várias vezes contra o ônibus. Na confusão, o motorista da Jurandir foi agredido, inclusive teve a camisa rasgada. Os dois rolaram pelo chão em agressão de parte a parte.

O caso foi registrado na Polícia Rodoviária Federal.

Com informações MN

A delegada Cinthya Verena, de São Raimundo Nonato, afirmou nesta quinta-feira (19) que a dentista Delzuíte Ribeiro de Macêdo negou que tenha cometido o crime de racismo e que estaria arrependida porquê deveria ter agredido fisicamente a vítima. A delegada veio a Teresina para colher o depoimento da dentista, que foi presa acusada de racismo contra a mãe e um bebê de dois meses. 

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“Eu fiquei abismada porquê ela não apresenta nenhum arrependimento, pelo contrário, se diz revoltada e que está sendo injustiçada. Ela diz que deveria era ter agredido a vítima”, descreveu.

A delegada acrescenta que durante o depoimento leu as postagens e ela confirmou que é autora da mensagem. Sobre a postagem “Vc saiu da senzala porém a senzala ainda não saiu de você”[sic],a dentista alegou que queria mostrar que ela morava em São Raimundo Nonato e que a vítima era da cidade de Bonfim do Piauí. “Ela diz que queria dizer que São Raimundo Nonato era uma cidade desenvolvida”, completa a delegada.

Cinthya Verena relata ainda que questionou sobre a postagem  feita supostamente pela dentista após sua prisão onde ela ironiza o sistema prisional. “Segundo a dentista, ela não é a autora do post e ela se irritou por saber que alguém está usando o nome dela pra postar notícias falsas”, contou.

A delegacia de crimes virtuais será acionada para investigar a autoria da mensagem. Segundo a delegada, existem de seis a sete denúncias de crimes contra a honra e somente uma por racismo. A dentista está com prisão temporária de cinco dias e possivelmente sairá no sábado.

A delegada lamentou e classificou o crime como lamentável.  “É lamentável. Eu como mulher e negra me senti ofendida. Mas a repulsa foi geral”, lamentou.

Outro lado

O advogado Wisner Ribeiro, que defende a dentista, afirmou ao Cidadeverde.com que a família está tomando todas as medidas cabíveis  e que Delzuite Ribeiro de Mâcedo deverá ser solta no final de semana.

"Vamos defender que não houve crime de racismo, mas de injúria racial e que ela tem problemas psíquicos", afirmou o advogado.

Sobre a postagem atribuída a Delzuite após a prisão, Wisner disse que alguém fez uma perfil falso para prejudicá-la. 

"Esse perfil é um fake e é um afronta ao Estado e certamente a Secretaria de Segurança está investigando para que os responsáveis sejam punidos", disse o advogado. 

Para o advogado, a prisão foi "injusta" e "desnecessária".

"Delzuite em nenhum momento foi procurada para prestar esclarecimento na delegacia da cidade. Essa decisão só atende a influência da mídia e o clamor social". 

Com informações CV

Na noite deste sábado 14/04, policiais da Força Tática ao realizarem seu patrulhamento urbano de rotina, avistaram dois indivíduos em atitude suspeita no centro de Campo Maior. Os policiais realizaram uma abordagem e acabaram encontrando na posse de um dos indivíduos um simulacro de arma de fogo que provavelmente seria utilizado para a prática de assaltos. 

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Os elementos foram encaminhados a Delegacia Regional de Campo Maior para a realização dos procedimentos necessários.

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Ré no processo que investiga a morte de um policial do Bope, em 2016, Thaís Monait Neris de Oliveira, 26 anos, teve o cabelo cortado, as sobrancelhas raspadas e sofreu tentativa de linchamento após um assalto frustado a um salão de beleza no bairro Planalto Ininga, na zona Leste da Capital. 

O crime ocorreu por volta das 21h, desta segunda-feira (02). Segundo a delegada Ana Luiza Marques, titular da Central de Flagrantes, a suspeita teria participado do assalto com um comparsa que conseguiu empreender fuga. 

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"Ela chegou com o comparsa com o subterfúgio de que queria fazer o cabelo e a sobrancelha. Assim que a funcionária disse que era possível, os dois anunciaram o assalto...subtraíram cerca de R$ 1 mil do caixa, além de celulares de funcionários e clientes", conta a delegada. 

Contudo, quando os suspeitos empreendiam fuga, uma cliente reagiu e travou luta corporal com o comparsa de Thaís que estava armado.

"A cliente conseguiu se desvencilhar do suspeito e saiu pra rua pra pedir ajuda. Nisso, o suspeito fugiu e a população conteve a mulher", disse a delegada que acredita que o fato de Thaís ter o cabelo cortado e as sobrancelhas raspadas tem relação com o pretexto utilizado pela suspeita.

"Ela fingiu ser cliente e disse que queria fazer o cabelo e a sobrancelha... por isso a população reagiu daquela forma. Acredito que a atitude não seria por que a reconheceram no caso do policial do Bope, mas por ela ser mulher e ter ido ao salão com o pretexto de que queria fazer o cabelo e a sobrancelha", conta a delegada. A suspeita foi levada a audiência de custódia e teve o mandado de prisão convertido em preventiva na manhã desta terça-feira (03). 

Além da participação no assalto ao salão de beleza, a suspeita é investigada em roubos na zona Sul de Teresina.

Com informações CV

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