trilhaoutubro2018

POLICIAL

 

A Polícia Civil de Campo Maior divulgou um relatório de inquéritos policiais produzidos pelo 1º e 2º Distritos Policiais da cidade. O delegado regional da 5ª Delegacia Regional de Polícia Civil, Anchieta Nery, fez um comparativo dos maiores crimes praticados no primeiro semestre de 2016 com o de 2017.
anchietanery

Os quatro crimes que ocorreram com maior frequência no primeiro semestre de 2017 os de violência doméstica, seguido por furtos, estelionato e tráfico de drogas.

O delegado Anchieta fez um comparativo e demonstrou a produção de inquéritos feitos nas duas delegacias. Para os crimes de furtos foram produzidos 18 inquéritos no primeiro semestre de 2016, enquanto que nos seis primeiros meses de 2017 já foram concluídas 33 investigações.

Para os crimes de Violência Doméstica, aqueles em as vítimas são mulheres, nos primeiros meses de 2016 foram produzidos 26 inquéritos, enquanto que nesse mesmo período de 2017 foram abertos 42 procedimentos de investigação.

Já com relação ao crime de tráfico de drogas, o delegado Anchieta Nery informa que no primeiro semestre do ano passado foram abertos somente oito inquéritos policiais. Esse número passou para 14 inquéritos produzidos nesse mesmo período de 2017.

“Para esses crimes que mais incomodam a população, a Polícia Civil teve uma atenção especial e quase que dobrou o número de procedimentos, ou seja, a quantidade de inquéritos policiais aumentou em 80%”, destaca o delegado.  

     

  

Após quase um mês do assasinato da estudante de Direito Camila Abreu. O inquérito sobre a morte da estudante deve ser concluído nos próximos dias. O capitão da Polícia Militar do Piauí, Alisson Wattson, era namorado da vítima e confessou a autoria do crime. Para o coordenador da Delegacia de Homicídios, Francisco Costa, o Baretta, o assassinato foi premeditado. 

camila

"A premeditação está explícita no inquérito policial. O autor demonstrou isso na fase de execução. A premeditação não está aparente, está totalmente desenhada dentro do inquérito", disse Bareta. Após ser morta, o corpo da jovem foi jogado em um matagal na zona Sudeste de Teresina. 

Para embasar o inquérito policial foram ouvidas cerca de 60 testemunhas. Os laudos periciais confeccionados pelo Instituto de Criminalística do Piauí também serão anexados nos autos. 

"Reconstruímos todo o fato criminoso, revelamos toda a conduta criminosa praticada pelo autor do crime em busca da verdade real. Temos indícios robustos de que o capitão praticou homicídio doloso qualificado, ocultação de cadáver e fraude processual", declarou Bareta. 

O coordenador da Delegacia de Homicídios frisa que entre as provas colhidas há depoimentos de testemunhas que revelam que Camilla Abreu "pedia socorro" há pelo menos seis meses. O Capitão da Polícia Militar, Alisson Wattson encontra-se detido no QG da Polícia na Capital.

Com Informações CV

O Superior tribunal de Justiça julgou, na tarde da última quinta-feira 23/11, um Habeas Corpus que pedia a liberdade do ex-tenente do Exército, José Ricardo da Silva Neto, preso preventivamente por suposta prática de feminicidio e dupla tentativa de homicídio. A 5ª Turma, por unanimidade, conheceu e negou provimento ao pedido. O relator foi o ministro Ribeiro Dantas.

jose ricardo silva neto

O Ex-tenente já teve outro pedido de liberdade negado pelo STJ, após a corte não conhecer o Habeas Corpus impetrado por falta de requisitos básicos. Amáteria nem chegou a ser apreciada. 

O Ministério Público Federal, através do sub-procurador geral da República Ant/õnio Carlos Pessoa Lins, se manifestou pelo conhecimento e não provimento do remédio constitucional. O parecer foi juntado aos autos em 07 de novembro.

José Ricardo está preso na Penitenciaria de Campo Maior recentemente inaugurada, onde aguarda seu julgamento.

Com Informações GP1 

O Tribunal do Júri de Campo Maior, julga no próximo dia 30 de novembro, o homem acusado de matar, com oito facadas, o pedreiro Luiz Gonzaga de Sousa Pinto. O réu é Cristovam José da Silva, mais conhecido como Pretinho, que ficou foragido por 19 anos, mas que foi preso em junho de 2016, no Estado do Maranhão.
pretinho

O crime aconteceu em 1998, no bairro de Flores.  Pretinho atacou a vítima, quando o mesmo seguia de bicicleta para a sua casa, na Rua Mestre Antônio Piau, e aplicou as oito facadas e em seguida fugiu.

O crime, na época, teve grande repercussão e a polícia fez várias diligências para tentar capturar o acusado. Pretinho tinha uma vida normal na zona Rural de Barra do Corda até que foi descoberto pela polícia, um ano antes da prescrição do crime de homicídio.

O juiz Múccio Miguel Meira já confirmou a realização da sessão do júri para o próximo dia 30 de novembro, no Fórum de Campo Maior. Os familiares do pedreiro morto, que querem a condenação do acusado, confirmaram a participação na sessão.  

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