trilhaunook

REGIONAL

 

3444776543

Nessa sexta-feira 31/5, começa o maior festejo do Piauí, os Festejos de Santo Antônio em Campo Maior. E quando se fala em culinária, Campo Maior também sempre se destaca pelas comidas típicas de sua região. Galinha, capote, carne de sol, churrasco de carneiro, paçoca de carne, Maria Isabel, frito de tripa e tantas outras, são pratos obrigatórios para quem participa das festividades do padroeiro da cidade.

Uma das barracas mais prestigiada durante os Festejos de Santo Antônio é a da Churrascaria O Doca. A barraca possui um cardápio variado dos mais diversos pratos que deixam qualquer um, com água na boca.

A Churrascaria O Doca é a melhor opção na Praça Bona Primo, durante o Festejo de Santo Antônio. Além de proporcionar um ambiente agradável para toda família dispõem também de um ótimo atendimento. O cliente também poderá efetuar o pagamento através dos carões de crédito ou débito.

997776555

1789332255

899023344

8990333677

8995533

A Academia Piauiense de Mestres Maçons – APMM realizou nesta sexta-feira (24), na AABB de Teresina, a XVIII Assembleia ordinária. Cerca de 100 convivas prestigiaram o evento.

Foram destaques nos temas abordados: As Maravilhas do Mês de Maio, Crise na Maçonaria - A Terceira Onda, as realizações do Sistema S no Piauí, em prol da cultura, das artes e do lazer e Momento de Reconhecimento ao Mérito.

Precedida da execução do Hino Nacional, a abertura dos trabalhos constou de homenagens especiais aos eventos tradicionais de maio, pelo confrade Osvaldo Pierotti, enaltecendo o mês de Maria, mês das noivas, mês das flores e mês das mães. Uma láurea póstuma foi dirigida à genitora do confrade Antonio de Pádua, Francisca Aragão, em nome de todas aquelas que já deixaram o nosso convívio terreno.

Na sequência, Narciso Monte abordou a questão da trajetória das Instituições. Fez uma analogia com as características de uma onda magnética, mostrando as oscilações de ascensão, pico e declínio, movimento comum à vida das organizações humanas, sempre passíveis de renovações e reinvenções.

A maçonaria não está excluída desses ciclos. A Primeira Onda aconteceu com a Maçonaria Operativa no século XVIII, quando as Corporações de Ofício perderam força, em face das inovações tecnológicas surgidas na área de engenharia e arquitetura. Ressurge, então, a Segunda Onda, com o advento da Maçonaria Simbólica.

O palestrante trouxe à consideração o resultado de pesquisa patrocinada pela Confederação Maçônica Interamericana, via Web, junto aos maçons brasileiros, em 2018, sobre o atual estágio da maçonaria em nosso país.

Com mais de 7 questionários válidos respondidos, maçons das Obediências regulares CMSB, COMAB e GOB, demonstraram insatisfação com a performance da Ordem em nosso meio.

O diagnóstico, portanto, estaria a sugerir o surgimento de uma Terceira Onda restauradora nacional.

888900

Para falar sobre as realizações e projetos do denominado Sistema S, no Piauí, foi convidado o Presidente da Fecomércio-PI, Valdeci Cavalcante.

Valdeci fez um completo relato sobre as realizações e projetos do SESC e do SENAC em todo o Estado do Piauí, com objetivos voltados para a valorização da cultura, do lazer e do bem estar social dos piauienses.

78885443

899965532111

A polícia resgatou na noite de ontem (12/05), a jovem Vitória Mikaelly Lages que estava desaparecida desde da última sexta-feira (10), após pegar um veículo clandestino no município de Barras com destino a Teresina para encontrar o namorado que havia conhecido pela internet.

Após três dias desaparecida, a jovem foi resgatada com base nas informações que foram repassadas através de um storys do WhatsApp que ela compartilhou, a imagem mostra o suspeito bebendo com os amigos e no fundo da imagem aparece um veículo, que ajudou a policia localizar a jovem através da placa do carro.

Segundo informações da policia, a vítima estava sendo mantida em cárcere privado em uma residência localizada na Rua Rui Barbosa, próximo ao cemitério São José, no Centro da capital e teria sofrido abusos sexuais. Após o resgate a jovem foi levada para a casa dos avós que residem em Teresina.

 

77789003222674

A Barragem do Castelo, projetada no final dos anos 1980 para ajudar na prevenção de enchentes em Teresina, foi lembrada na semana passada, durante os dramáticos dias em que a capital ficou ameaçada de sofrer uma nova cheia, como as de 2009, 1995, 1985, 1974, 1960 e de outros anos.

Trinta anos depois de lançada a primeira licitação para a construção da obra, até hoje ela não saiu do papel. Só é lembrada nas promessas das campanhas eleitorais e nos períodos de enchente do Rio Poti.

Projetada para ser construída no canyon do Rio Poti, em uma área que pertencia ao município de Castelo do Piauí e que hoje integra o território de Juazeiro do Piauí, a barragem ficará localizada a 1,5 km a montante da ponte na PI-115 e a 160 quilômetros de Teresina.

Conforme registra o engenheiro e escritor Cid de Castro Dias, em seu livro “Piauí: Obras que desafiam”, lançado em 2011, o projeto básico dessa obra foi elaborado pela empresa Serviços de Engenharia Emílio Baumgart (SEEBLA), através da Secretaria de Obras, no segundo Governo Alberto Silva.

Primeira licitação

Ele lembra que Alberto Silva, idealizador e entusiasta da obra, chegou a licitar a sua construção, em 1988. Foi vencedora a firma Andrade Gutierrez. Contudo, por falta de recursos, a empreiteira não recebeu ordem de serviço para iniciar a obra.

No começo de 2009, Alberto Silva, então deputado federal, escreveu um longo artigo, publicado no jornal ‘Diário do Povo’, conclamando a união de esforços dos políticos do Piauí para a construção dessa obra.

Em seu artigo, Alberto Silva defendia que a barragem proporcionaria a regularização do Rio Poti, controlando as cheias que periodicamente alagam áreas de Teresina.

Naquele ano, por coincidência, Teresina foi inundada, em maio, pelas águas do Rio Poti, que destruíram o balneário Curva São Paulo, na zona Leste. Bairros inteiros da zona Norte foram alagados, como também as Avenidas Marechal Castelo Branco, Raul Lopes e Cajuína.

O deputado apresentou o projeto da barragem com uma parede de 590 metros de comprimento; altura do coroamento em 70 metros; construção em concreto compactado a rolo e capacidade de armazenamento de 2,8 bilhões de metros cúbicos de água.

Conforme a descrição de Alberto Silva, a Barragem do Castelo formaria um lago de 150 km, ou seja, metade da capacidade da barragem de Boa Esperança, que pode armazenar 5 bilhões de metros cúbicos e represar 352 km quadrados de área.

paraiba60pronto