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REGIONAL

 

Uma família residente em Timon, no Maranhão, procurou a Polícia Civil do Piauí para denunciar agressões que teriam  sido praticadas por dois policiais militares de Teresina contra um jovem deficiente identificado como Isaías Oliveira, que sofre de problemas mentais. Em fotos divulgadas pela família, o jovem aparece agredido com marcas de sangue na roupa. 

O Comando-Geral da Polícia Militar ainda não foi notificado oficialmente sobre o caso. Mas logo que a denúncia chegue, vai ser encaminhada para Corregedoria da PM, responsável por analisar o comportamento dos policiais e determinar a punição. O caso também foi denunciado na Delegacia de Proteção aos Direitos Humanos.

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Segundo a família, o jovem usava farda escolar quando foi abordado por dois policiais militares. O jovem tem apenas 21 anos, e toma remédios controlados desde que nasceu. As agressões teriam ocorrido na última terça-feira, quando ele conseguiu sair de casa sem que ninguém percebesse, e foi parar na escola Pestalozzi em Teresina, onde estudou por mais de 8 anos.  

Na volta para casa, na altura da Ponte Metálica, entre Teresina e Timon, Isaías teria sido abordado por dois policiais militares do Piauí. A família acredita que o jovem pode ter sido confundido com um assaltante. Na abordagem equivocada da polícia, dele foi agredido com socos e pontapés. Um dente foi quebrado, e o rapaz foi submetido a um exame de corpo de delito no Instituto Médico Legal (IML). 

Com informações MN

Uma estudante do 9°  ano foi esfaqueada por uma colega de classe por volta das 15h desta segunda-feira (7), na escola onde estuda, a Unidade Escolar Antônio Gayoso, no bairro São Joaquim, zona norte de Teresina. Segundo alunos que presenciaram a briga, a vítima, de 16 anos, levou dois golpes de faca, sendo um na barriga e o outro nas nádegas. O desentendimento entre as garotas teria ocorrido por causa de ofensas na rede social Facebook.

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Ao chegar à escola, a aluna agressora, também de 16 anos, teria chamado a colega para um “canto” da unidade escolar onde teria sido atacada. 

Ainda de acordo com as testemunhas, a agressão ocorreu com a ajuda de outra aluna, de 14 anos. Ela teria segurado a vítima enquanto ela era agredida. 

Um aluno do 7º ano, de 12 anos, que testemunhou o ocorrido, disse que vítima foi agarrada pelas costas e esfaqueada na barriga enquanto colocava as mãos para tentar evitar os golpes. “Aconteceu no pátio que fica atrás na escola. Eu vi quando ela agarrou a outra por trás e enfiou as facadas. Nisso, a menina ficou colocando a mão na barriga tentando se defender, mas não conseguiu”, contou o garoto. 

O menino disse também que a vítima foi levada para à diretoria da escola sangrando e permaneceu lá até que o Samu chegasse para levá-la ao HUT. O capitão Oziel, do 9° Batalhão da PM, infortou que a vítima está consciente e internada no HUT, mas vai ficar em observação.

Com informações CV

O superintendente do INSS (Instituto Nacional do Seguro Social) Ney Ferraz afirmou, em entrevista, que mais de 500 pessoas recebiam auxílio-doença de forma irregular no Piauí. Esse dado foi apontado através de revisões para identificar fraudes dentre os beneficiários.

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O gestor informou que quase 80% dos segurados, quando convocados para aferição de regularidade, apresentaram não mais estarem acometidos pelas enfermidades que lhes proporcionaram o direito de receber o benefício.

Com essas revisões, o Piauí está entre os estados que mais conseguiu recuperar o dinheiro de benefícios pagos de maneira irregular.

Com informações Portaldeaz

A Ferrovia Transnordestina Logística (FTL) emitiu uma nota afirmando que o local do acidente envolvendo as três jovens, que caíram de uma ponte ao tirarem selfies, em Castelo do Piauí (PI), é de área restrita, sendo proibida “a circulação de pessoas não autorizadas no local”.

Na nota, a Transnordestina lamentou o acidente e ressaltou que a empresa iniciará uma investigação para apurar as causas do acidente.  “A ponte é de uso exclusivamente ferroviário”, destaca. 

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As vítimas foram identificadas como V.A.F, 22 anos, que teve fratura da perna direita;  F.L.L., de 15 anos, com fratura exposta também da perna; e M.G.R.R., de 16 anos, fratura perto do calcanhar esquerdo. Elas estão internadas no Hospital de Urgência de Teresina (HUT).

De acordo com o HUT, em boletim nesta terça-feira (24), todas passaram por cirurgias, estão conscientes e não possuem previsão de alta médica.

Entenda

As três jovens caíram de uma ponte ferroviária na zona rural de Castelo do Piauí (a 190 km de Teresina) da tarde de domingo (22). Elas estariam tirando fotos quando se desequilibraram e caíram. 

O comandante do Grupamento da Polícia Militar em Castelo, sargento Antônio Francisco de Oliveira, conhecido como sargento Gomes, informou que a ponte fica na localidade Xinguara, há cerca de 18 quilômetros da zona urbana, liga Castelo a Buriti dos Montes e é usada pelo trem que segue para o Ceará.

O militar afirmou ainda que a ponte tem cerca de 20 metros de altura e que duas caíram no matagal e uma terceira nas margens do rio. “Elas tiveram muita sorte de não terem perdido a vida, porque o local é muito alto”, revelou. 

Segundo o sargento Gomes, além das três meninas havia uma quarta, que pediu socorro. 

Nota - Transnordestina 

A Ferrovia Transnordestina Logística (FTL) lamenta o acidente ocorrido em Castelo do Piauí com a queda de três jovens de um recuo localizado em uma ponte ferroviária. A ponte é de uso exclusivamente ferroviário e a circulação de pessoas não autorizadas é proibida no local.

A empresa iniciou uma investigação para apurar as causas do acidente.

Com informações CV

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