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REGIONAL

 

Uma família foi feita refém dentro da própria casa durante assalto na noite dessa sexta-feira (1) em José de Freitas, a 55 Km de Teresina. De acordo com o 16º Batalhão da Polícia Militar (16º BPM), dois criminosos invadiram a residência, renderam as vítimas e fizeram um arrastão.

Segundo a PM, foram levados da residência uma televisão, três celulares e uma motocicleta. Após recolher os pertences das vítimas, os criminosos trancaram a família em um banheiro e fugiram.

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Uma equipe do 16º BPM recuperou o veículo roubado, mas os demais pertences ainda não foram encontrados. Nenhum suspeito foi preso até o momento. Conforme a PM, as diligências continuam para tentar localizá-los.

Com infromações G1/realidadeemfoco

Um jovem de 20 anos foi preso na tarde desta quarta-feira (23) suspeito de estuprar uma adolescente de 14 anos em Floriano, Sul do Piauí. De acordo com o delegado Danilo Barroso, o rapaz se passou por mulher em aplicativo de mensagens para ameaçar e abusar sexualmente da vítima.

"O suspeito frequentava a mesma igreja da vítima e tinha uma paixão pela adolescente, tanto que insistia em ficar com ela, mas a mesma não queria. Ele então comprou um novo chip, se passou por uma mulher integrante de um grupo criminoso para ameaçar a menor através do aplicativo de mensagens", contou o delegado.

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Conforme o Danilo Barroso, a adolescente era obrigada a mandar fotos nua e manter relação sexual com a pessoa indicada pela suposta mulher, que foi o próprio rapaz. O estupro aconteceu na madrugada na sexta-feira (18) na própria casa do suspeito, que mora sozinho.

"A vítima ainda foi obrigada a gravar o estupro e mandar o vídeo para a suposta mulher. Abalada, a adolescente contou para a mãe, que procurou o Conselho Tutelar e este levou o caso à polícia. A menor mostrou todas as mensagens trocadas e através do cadastro do número descobrimos que estava em nome do rapaz", revelou o delegado.

A vítima foi encaminhada para o exame, que comprovou a conjunção canal. O suspeito foi preso em casa e encaminhado para a Delegacia de Floriano, onde aguarda vaga no sistema prisional.

"Temos todos os prints das conversas e a confirmação do exame, que comprovam o crime. Ele foi atuado por estupro qualificado, devido a vítima ser menor de 18 anos, e deve cumprir 12 anos de prisão", acrescentou Danilo Barroso.

Com informações G1

Uma criança de oito anos foi vítima de estupro de vulnerável no município de Porto, a 183 km de Teresina. De acordo com a polícia, o suspeito de praticar o crime usou doces para atrair a menina e evitar a denúncia. O caso aconteceu na noite desse domingo (20) e a mãe da vítima registrou Boletim de Ocorrência nesta segunda-feira (21).

Segundo a Polícia Militar (PM), o suspeito é um vizinho que aproveitou a ausência da mãe da criança para cometer o crime. “Ele levou a criança para um local e lá cometeu o abuso”, informou o sargento J. Luiz, do 12º Batalhão da PM em Porto.

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Os policiais tentaram localizar o suspeito, mas ele não foi encontrado. Conforme a Polícia Civil, a mãe da vítima relatou que o homem ofereceu um picolé para atrair a criança até o local do crime. Depois, o suspeito deu umas moedas e doces para que a menina não o denunciasse.

“Ela disse que notou a menina diferente e quando foi falar com ela, ela começou a chorar e contou o que aconteceu”, afirmou o escrivão da Polícia Civil de Porto, Francisco das Chagas.

A criança foi encaminhada para exames no Serviço de Apoio à Mulher Vítima de Violência Sexual (Samvis) e é acompanhada assistentes sociais.

Com informações G1

A Justiça do Piauí negou um novo pedido do ex-policial militar Allison Wattson da Silva Nascimento, acusado de matar com um tiro na cabeça a namorada Camilla Pereira de Abreu em outubro de 2017, para não ir a júri popular. A decisão, da juíza Maria Zilnar Coutinho Leal da 2ª Vara do Tribunal Popular do Júri da Comarca de Teresina, foi divulgada nessa sexta-feira (18).

Allison Nascimento foi pronunciado pela prática dos crimes de homicídio qualificado, ocultação de cadáver e fraude processual. Em seu pedido, o réu alegou deficiência na sua defesa e a falta de perícia nos aparelhos de celulares de duas informantes. No entanto, a juíza avaliou que a pronúncia não deve ser anulada ou modificada.

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“Embora o acusado afirme que a sua defesa é deficiente, os advogados que o defendem foram por ele constituído e desde a sua citação, praticam todos os atos defensórios e, se por faculdade própria, ultrapassaram o prazo legal para a apresentação do rol de testemunhas, não pode o acusado alegar em seu benefício, nulidade decorrente daquela conduta”, afirmou a juíza na decisão.

O réu também requereu a anulação de uma das qualificadoras do crime. Porém a juíza Maria Zilnar Coutinho Leal considerou que “no que tange à qualificadora do feminicídio, também entende-se que existem indícios da sua ocorrência, restando impossibilitada eventual retirada neste momento. Diz-se isto porque os fatos, em tese, ocorreram no contexto da violência doméstica e familiar”.

RELEMBRE O CASO

Camilla Abreu desapareceu na madrugada do dia 26 de outubro de 2017. De acordo com a polícia, na noite anterior ela e o namorado se encontraram na faculdade onde ela estudava e saíram para um bar com uma amiga.

Depois de deixar a amiga em casa, no Vale do Gavião, os dois ficaram sozinhos e a jovem não foi mais vista. Após cinco dias de buscas o corpo de Camilla foi encontrado na saída de Teresina, depois que o suspeito confessou o crime e apontou o local onde havia deixado a namorada morta.

Dias antes, próximo ao local, o celular da jovem foi encontrado. O ex-PM alegou, segundo a polícia, que a jovem morreu com um tiro acidental no rosto, mas a polícia questiona a versão. Ele foi preso em 31 de outubro e permanece até então.

Com informações G1

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