trilhaoutubro2018

REGIONAL

 

Uma criança de oito anos foi vítima de estupro de vulnerável no município de Porto, a 183 km de Teresina. De acordo com a polícia, o suspeito de praticar o crime usou doces para atrair a menina e evitar a denúncia. O caso aconteceu na noite desse domingo (20) e a mãe da vítima registrou Boletim de Ocorrência nesta segunda-feira (21).

Segundo a Polícia Militar (PM), o suspeito é um vizinho que aproveitou a ausência da mãe da criança para cometer o crime. “Ele levou a criança para um local e lá cometeu o abuso”, informou o sargento J. Luiz, do 12º Batalhão da PM em Porto.

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Os policiais tentaram localizar o suspeito, mas ele não foi encontrado. Conforme a Polícia Civil, a mãe da vítima relatou que o homem ofereceu um picolé para atrair a criança até o local do crime. Depois, o suspeito deu umas moedas e doces para que a menina não o denunciasse.

“Ela disse que notou a menina diferente e quando foi falar com ela, ela começou a chorar e contou o que aconteceu”, afirmou o escrivão da Polícia Civil de Porto, Francisco das Chagas.

A criança foi encaminhada para exames no Serviço de Apoio à Mulher Vítima de Violência Sexual (Samvis) e é acompanhada assistentes sociais.

Com informações G1

A Justiça do Piauí negou um novo pedido do ex-policial militar Allison Wattson da Silva Nascimento, acusado de matar com um tiro na cabeça a namorada Camilla Pereira de Abreu em outubro de 2017, para não ir a júri popular. A decisão, da juíza Maria Zilnar Coutinho Leal da 2ª Vara do Tribunal Popular do Júri da Comarca de Teresina, foi divulgada nessa sexta-feira (18).

Allison Nascimento foi pronunciado pela prática dos crimes de homicídio qualificado, ocultação de cadáver e fraude processual. Em seu pedido, o réu alegou deficiência na sua defesa e a falta de perícia nos aparelhos de celulares de duas informantes. No entanto, a juíza avaliou que a pronúncia não deve ser anulada ou modificada.

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“Embora o acusado afirme que a sua defesa é deficiente, os advogados que o defendem foram por ele constituído e desde a sua citação, praticam todos os atos defensórios e, se por faculdade própria, ultrapassaram o prazo legal para a apresentação do rol de testemunhas, não pode o acusado alegar em seu benefício, nulidade decorrente daquela conduta”, afirmou a juíza na decisão.

O réu também requereu a anulação de uma das qualificadoras do crime. Porém a juíza Maria Zilnar Coutinho Leal considerou que “no que tange à qualificadora do feminicídio, também entende-se que existem indícios da sua ocorrência, restando impossibilitada eventual retirada neste momento. Diz-se isto porque os fatos, em tese, ocorreram no contexto da violência doméstica e familiar”.

RELEMBRE O CASO

Camilla Abreu desapareceu na madrugada do dia 26 de outubro de 2017. De acordo com a polícia, na noite anterior ela e o namorado se encontraram na faculdade onde ela estudava e saíram para um bar com uma amiga.

Depois de deixar a amiga em casa, no Vale do Gavião, os dois ficaram sozinhos e a jovem não foi mais vista. Após cinco dias de buscas o corpo de Camilla foi encontrado na saída de Teresina, depois que o suspeito confessou o crime e apontou o local onde havia deixado a namorada morta.

Dias antes, próximo ao local, o celular da jovem foi encontrado. O ex-PM alegou, segundo a polícia, que a jovem morreu com um tiro acidental no rosto, mas a polícia questiona a versão. Ele foi preso em 31 de outubro e permanece até então.

Com informações G1

Por volta das 04h30 desta terça-feira (15/05), o corpo de uma mulher ainda não identificada foi encontrado com perfurações de faca e múltiplas lesões na Avenida Maranhão, zona Sul de Teresina. A Polícia Militar foi acionada e realizou o isolamento do local. A vítima estava trajando uma blusa preta e short jeans.

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De acordo com a perícia criminal, pelo menos 20 perfurações de faca atingiram a vítima  que foi arrastada por cerca de dez metros. Segundo informações do repórter Kilson Dione, que esteve na cena do crime, a vítima se encontrava com o rosto completamente desfigurado e muito couro cabeludo foi encontrado no asfalto por conta do atropelamento.

“Por volta de 04h30 nós recebemos o comunicado que havia uma pessoa caída na Avenida Maranhão, ao nos deslocarmos até o local encontramos o corpo de uma mulher já morta. Imediatamente fizemos o isolamento e comunicamos o fato à perícia. Até o momento não temos a identificação da vítima, mas a Delegacia de Homicídios já se encontra investigando para chegar aos autores do crime”, afirmou o coronel Jozinaldo Marinho.

De acordo com testemunhas, um veículo parou embaixo da ponte nova que dá acesso Teresina – Timon, estacionou próximo a um campo de futebol, um homem desceu para conversar com a vítima, a partir daí ela foi esfaqueada. Logo em seguida, ele retornou para o veículo e passou por cima da mulher cerca de três vezes.

O Instituto Médico Legal foi acionado e fez a remoção do corpo.

Vítima foi encontrada morta na avenida (Crédito: Reprodução/TV MN)
Vítima foi encontrada morta na avenida (Crédito: Reprodução/TV MN)
Vítima foi encontrada com perfurações (Crédito: Reprodução/Tv MN)
Com informações TVMN

Uma família residente em Timon, no Maranhão, procurou a Polícia Civil do Piauí para denunciar agressões que teriam  sido praticadas por dois policiais militares de Teresina contra um jovem deficiente identificado como Isaías Oliveira, que sofre de problemas mentais. Em fotos divulgadas pela família, o jovem aparece agredido com marcas de sangue na roupa. 

O Comando-Geral da Polícia Militar ainda não foi notificado oficialmente sobre o caso. Mas logo que a denúncia chegue, vai ser encaminhada para Corregedoria da PM, responsável por analisar o comportamento dos policiais e determinar a punição. O caso também foi denunciado na Delegacia de Proteção aos Direitos Humanos.

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Segundo a família, o jovem usava farda escolar quando foi abordado por dois policiais militares. O jovem tem apenas 21 anos, e toma remédios controlados desde que nasceu. As agressões teriam ocorrido na última terça-feira, quando ele conseguiu sair de casa sem que ninguém percebesse, e foi parar na escola Pestalozzi em Teresina, onde estudou por mais de 8 anos.  

Na volta para casa, na altura da Ponte Metálica, entre Teresina e Timon, Isaías teria sido abordado por dois policiais militares do Piauí. A família acredita que o jovem pode ter sido confundido com um assaltante. Na abordagem equivocada da polícia, dele foi agredido com socos e pontapés. Um dente foi quebrado, e o rapaz foi submetido a um exame de corpo de delito no Instituto Médico Legal (IML). 

Com informações MN

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