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O Centro de Seleção e de Promoção de Eventos (CESPE), órgão que integra a Fundação Universidade de Brasília, divulgou nesta terça-feira 09/01 o resultado final das provas objetivas do concurso da Polícia Militar do Maranhão.

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Confira aqui

http://www.cespe.unb.br/concursos/pm_ma_17/arquivos/ED_7_PM_MA_2017___RES_FINAL_OBJ_E_CONV_AV_MED_E_ODONT__TAF__PER_M__D__AV_PSI__VERIF_NEGROS__E_SINDIC__NCIA.PDF

O certame ofereceu 1.214 vagas para os cargos de soldado e 1º tenente, além de cadastro reserva. Os salários variam de R$ 4 mil a R$ 6 mil.

A Procuradoria Geral do Estado (PGE) se manifestou hoje a respeito do processo que envolve o soldado Aldo Luís Barbosa Dornel, que participou da abordagem que terminou na morte da menina Emilly Caetano da Costa, de 9 anos. O soldado não foi aprovado no exame psicológico e ingressou na corporação a partir de decisão judicial, revogada há mais de um ano, segundo a Associação dos Magistrados Piauienses (Amapi).

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Sobre os 35 policiais militares que estão atualmente na corporação graças a liminares e especialmente os 4 que reprovaram e mais de uma etapa do processo seletivo, o procurador do estado João Pádua Filho afirma que um grupo de trabalho foi criado para analisar processos desde 2008.

"Vai analisar em qual fase está a liminar, se teve recursos, intimação do estado e inclusive despachar com o magistrado para derrubar estas liminares que querendo ou não é temeroso", disse Pádua Filho acrescentando que de dois a três procuradores vão analisar cerca de 40 processos.

Foto: cidadeverde

Com informações G1

O Ministério da Transparência e Controladoria-Geral da União (CGU) divulgaram nesta quinta-feira (04) o resultado da auditoria nos dados oficiais declarados pelos beneficiários do Programa Bolsa Família. O objetivo era identificar indícios de pagamentos indevidos.

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O público-alvo do Programa eram as famílias que vivem em situação de extrema pobreza, ou seja, aquelas que possuem renda mensal de até R$ 85 por pessoa, e de pobreza, em a renda mensal por pessoa fica entre R$ 85,01 e R$ 170.

No Piauí, segundo o relatório da CGU, os benefícios de 42.231 famílias foram bloqueados porque estas tiveram renda per capita inconsistente identificada entre R$ 170,00 e meio salário mínimo (R$ 440,00), visto que se enquadrariam na regra de permanência, onde variações pontuais de renda não alteravam a condição estrutural de pobreza. Nestes casos, é preciso que o beneficiário faça o recadastramento para o desbloqueio.

Já para aquelas com renda superior a meio salário mínimo, foi aplicado o cancelamento do benefício, que atingiu 13.636 famílias no Piauí. O Estado, segundo o relatório, tinha uma população em 2016 de 3.212.180,00 e 451.923 famílias estavam cadastras na folha do programa. Deste número apenas 13.746 fizeram a atualização dos dados, que é obrigatório a cada dois anos. 

A CGU também realizou a comparação entre as rendas registradas em outras bases de dados oficiais com aquelas declaradas no Cadastro Único, a fim de identificar famílias que teriam fornecido informações inverídicas. Os números revelam que dentre as mais de 451 mil famílias beneficiadas no Piauí 8.663 possuem indícios de terem falseado a declaração da informação de renda no momento do cadastro, o que representa o pagamento indevido às estas famílias nos últimos dois anos.

Nas situações em que a irregularidade ficar comprovada, após a condução de processo administrativo, serão aplicadas sanções legais, tais como devolução de valor e impossibilidade de retornar ao Programa por um ano.

O Bolsa Família surgiu em 2003 com a finalidade de melhorar as condições socioeconômicas das famílias pobres e, sobretudo, extremamente pobres. Para isso, o volume de recursos destinados ao Programa por ano consiste no montante de cerca de R$ 28 bilhões.

Informações CGU/odia

Uma postagem do padre Thiago Bruno da Paróquia de São José dos Quatro Marcos, município a 343 km de Cuiabá, causou polêmica nesta terça-feira 02/01. Numa foto publicada no WhatsApp Status, o padre aparece deitado numa cama apontando uma arma e a mensagem #2018 escrita. A foto circula nas redes sociais.

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Procurado, o sacerdote afirmou que ainda deve se manifestar sobre o caso através de uma nota. Após a repercussão da polêmica, um suposto amigo do padre afirma que a foto foi tirada na casa dele no dia 1º de janeiro. O homem alega que a arma usada na foto é um artigo de decoração e foi trazida junto com outros objetos da Espanha.

Nas redes sociais, internautas repercutiram a foto com cometários a favor e contra o padre. “Não importa se a arma é de brinquedo ou não! O que importa é a mensagem que ele passa, que não é nenhuma mensagem de paz”, diz um comentário.

Em outro texto, um internauta critica a atitude. “A atitude dele não condiz com a imagem que ele tem que passar para sociedade. Sem contar que armas não trazem a paz”, diz trecho de uma declaração.

Já em defesa do padre, alguns usuários da rede social dizem não ver maldade na foto. “Que mal tem isso? Uma pessoa de bem com uma arma? Ele também pode ter carro, faca, moto, etc”, diz o comentário.

Informações G1

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